Escolha o Correio da Manhã como "Fonte Preferida"
Veja as nossas notícias com prioridade, sempre que pesquisar no Google.
Teste de bomba de hidrogénio confirmado horas depois de Seul e Tóquio terem detetado invulgar atividade sísmica.
1 / 7
A Coreia do Norte anunciou ter testado, com sucesso, hoje uma bomba de hidrogénio desenvolvida para ser instalada num míssil balístico intercontinental.
O anúncio do "total sucesso" do teste de uma bomba de hidrogénio, conhecida como 'bomba H', foi feito pela pivô da televisão estatal norte-coreana, horas depois de Seul e Tóquio terem detetado uma invulgar atividade sísmica na Coreia do Norte.
Segundo a KCTV, o ensaio nuclear, o sexto conduzido pelo regime de Pyongyang, foi ordenado pelo líder norte-coreano, Kim Jong-un.
O anúncio tem lugar depois de, na noite de sábado, a agência oficial norte-coreana KCNA ter garantido que a Coreia do Norte conseguira desenvolver com êxito uma bomba de hidrogénio passível de ser instalada num míssil balístico intercontinental (ICBM).
A KCNA divulgou então uma fotografia de Kim Jong-un junto a uma suposta 'bomba H', acompanhado por cientistas nucleares e altos oficiais do Departamento da Indústria de Munições do Partido dos Trabalhadores, apesar de, como é habitual, não ter facultado detalhes sobre o local nem a data do acontecimento.
Presidente da Coreia do Sul pede "punição forte" da Coreia do Norte após novo teste nuclear
O Presidente sul-coreano apelou hoje a uma "punição mais forte" da Coreia do Norte depois de esta ter anunciado que testou, com sucesso, uma bomba de hidrogénio desenvolvida para ser instalada num míssil balístico intercontinental.
A agência oficial norte-coreana, KCNA, assegurou que o país conseguiu desenvolver com êxito um explosivo nuclear deste tipo, que foi carregado num dos seus novos projéteis intercontinentais, num teste que foi supervisionado pelo próprio líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un.
O mesmo meio de comunicação divulgou uma fotografia de Kim junto a uma suposta 'bomba H', como é conhecida a bomba de hidrogénio, acompanhado por cientistas nucleares e altos oficiais do Departamento da Indústria de Munições do Partido Central dos Trabalhadores, apesar de, como é habitual, não ter dado detalhes sobre o local nem a data do acontecimento.
O líder norte-coreano "expressou o seu grande orgulho por reforçar as forças nucleares" e por comprovar como o regime Juché (a ideologia oficial norte-coreana de autossuficiência) "consegue desenvolver uma arma explosiva termonuclear com os seus próprios esforços e tecnologia", segundo a KNCA.
A Organização do Tratado de Proibição Total de Ensaios Nucleares (CTBTO, na sigla em inglês) confirmou ter detetado um "inusual evento sísmico" na Coreia do Norte, com uma magnitude "mais forte" do que a verificada nos testes nucleares anteriores.
O "sismo" ocorreu a 24 quilómetros da localidade de Sungjibaegam, na província de Hamgyong Norte, no nordeste da Coreia do Norte, onde se localiza a base de Punggye-ri, que foi palco dos cinco testes nucleares levados a cabo até à data por Pyongyang, o último dos quais em setembro de 2016.
Os responsáveis de segurança da Coreia do Sul e dos Estados Unidos em Seul analisaram hoje uma resposta a este novo teste nuclear realizado pela Coreia do Norte.
As conversações entre os responsáveis da Segurança Nacional da Coreia do Sul e o seu homólogo norte-americano realizaram-se uns minutos depois de as autoridades de Pyongyang confirmarem a realização de novo teste.
UE considera "grande provocação" novo teste nuclear da Coreia do Norte
A União Europeia considerou hoje uma "grande provocação" e uma "grave ameaça à segurança regional e internacional" o novo teste nuclear feito pela Coreia do Norte.
Em comunicado, a chefe da diplomacia da União Europeia, Federica Mogherini, disse que o ensaio nuclear é uma violação "direta e inaceitável" das obrigações internacionais de Pyongyang, que não pode produzir nem testar armas nucleares, segundo as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
A chefe da diplomacia da União Europeia reiterou que a Coreia do Norte deve pôr fim a todas as atividades relacionadas com armas de destruição maciça e adiantou que, esta segunda-feira, se reúne com Yukiya Amano, o líder da Agência Internacional de Energia Atómica, para debater o tema.
Merkel e Macron querem "endurecimento" das sanções à Coreia do Norte
A chanceler alemã, Angela Merkel, e o Presidente francês, Emmanuel Macron, defenderam hoje o "endurecimento" das sanções da União Europeia à Coreia do Norte na sequência do sexto ensaio nuclear realizado por Pyongyang, indicou o governo germânico.
No decorrer de uma conversa telefónica, os líderes alemão e francês concordaram que "a última provocação lançada pelo dirigente de Pyongyang atingiu uma nova dimensão", refere o comunicado.
Londres defende sanções a Pyongyang mas mantém todas as opções em aberto
O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico defendeu hoje a via das sanções para abordar a crise com a Coreia do Norte, apesar de sublinhar que "todas as opções" estão em aberto, após o novo teste nuclear de Pyongyang.
"A nossa visão no Reino Unido é que os meios pacíficos e diplomáticos são a melhor opção. Pensamos que o caminho das sanções, ainda assim, tem potencial", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, Boris Johnson, em declarações à cadeia de televisão Sky News.
O membro do Governo britânico argumentou que a China é responsável por 90% do fluxo comercial da Coreia do Norte e que Pyongyang só tem "reservas de petróleo para uns seis meses", havendo "espaço para continuar a exercer pressão sobre o regime" norte-coreano.
"Nenhuma das opções militares é boa. É correto dizer que todas as opções estão em cima da mesa, apesar de não vermos uma solução militar simples", disse Boris Johnson, alertando que a detonação de uma bomba de hidrogénio por parte da Coreia do Norte pode representar uma "ameaça de um novo tipo".
Segunda a agência de notícias espanhola Efe, durante a entrevista à Sky News, o ministro britânico classificou de "temerário" o teste norte-coreano, o sexto teste atómico e o segundo termonuclear do regime de Kim Jong-un.
Boris Johnson instou a que o "senso comum" prevaleça nesta crise.
"Nos 30 anos de história em que a Coreia do Norte procurou conseguir armas nucleares, houve momentos difíceis e momentos em que eles voltaram atrás. Estamos a trabalhar para ver se podemos alcançar algum senso comum", referiu.
O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico apelou ainda a um intensificar dos esforços diplomáticos internacionais e instou o regime chinês a aumentar a sua pressão sobre Pyongyang.
"O que dizem sempre os chineses é que existe uma espécie de equivalência dos exercícios militares americanos e sul-coreanos com os testes nucleares da Coreia do Norte", disse.
No entanto, Boris Johnson não aceita essa ideia.
"O que fazem os sul-coreanos é completamente legítimo. É pacífico e é feito há vários anos. Não representa uma provocação ilegal", afirmou
Rússia condena novo ensaio nuclear da Coreia do Norte e apela ao diálogo
A Rússia condenou hoje o sexto ensaio nuclear realizado hoje pela Coreia do Norte, que considerou representar "uma séria ameaça para o mundo", e insitiu que todas as partes implicadas no conflito na península coreana devem voltar ao diálogo.
"O enésimo desprezo ostentatório por parte de Pyongyang das resoluções do Conselho de Segurança da ONU e das normas do direito internacional merece uma firme condenação", refere um comunicado emitido pelo Ministério das Relações Exteriores russo.
O executivo de Moscovo sublinha que "as autoridade da Coreia da Norte, com as suas ações dirigidas para sabotar o regime global de não proliferação (de armas nucleares), geram uma séria ameaça para o mundo, para a segurança na península coreana e na região".
"Seguir esta linha pode ter sérias consequências para a própria Coreia do Norte", alerta o comunicado dadiplomacia russa, defendendo ainda que "todas as partes interessadas devem voltar sem mais delongas ao diálogo e às negociações".
Para os russos, esssa será "a única forma para alcançar uma solução integral para os problemas da península da Coreia, incluindo a questão nuclear".
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
o que achou desta notícia?
concordam consigo
A redação do CM irá fazer uma avaliação e remover o comentário caso não respeite as Regras desta Comunidade.
O seu comentário contem palavras ou expressões que não cumprem as regras definidas para este espaço. Por favor reescreva o seu comentário.
O CM relembra a proibição de comentários de cariz obsceno, ofensivo, difamatório gerador de responsabilidade civil ou de comentários com conteúdo comercial.
O Correio da Manhã incentiva todos os Leitores a interagirem através de comentários às notícias publicadas no seu site, de uma maneira respeitadora com o cumprimento dos princípios legais e constitucionais. Assim são totalmente ilegítimos comentários de cariz ofensivo e indevidos/inadequados. Promovemos o pluralismo, a ética, a independência, a liberdade, a democracia, a coragem, a inquietude e a proximidade.
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza expressamente o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes ou formatos actualmente existentes ou que venham a existir.
O propósito da Política de Comentários do Correio da Manhã é apoiar o leitor, oferecendo uma plataforma de debate, seguindo as seguintes regras:
Recomendações:
- Os comentários não são uma carta. Não devem ser utilizadas cortesias nem agradecimentos;
Sanções:
- Se algum leitor não respeitar as regras referidas anteriormente (pontos 1 a 11), está automaticamente sujeito às seguintes sanções:
- O Correio da Manhã tem o direito de bloquear ou remover a conta de qualquer utilizador, ou qualquer comentário, a seu exclusivo critério, sempre que este viole, de algum modo, as regras previstas na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, a Lei, a Constituição da República Portuguesa, ou que destabilize a comunidade;
- A existência de uma assinatura não justifica nem serve de fundamento para a quebra de alguma regra prevista na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, da Lei ou da Constituição da República Portuguesa, seguindo a sanção referida no ponto anterior;
- O Correio da Manhã reserva-se na disponibilidade de monitorizar ou pré-visualizar os comentários antes de serem publicados.
Se surgir alguma dúvida não hesite a contactar-nos internetgeral@medialivre.pt ou para 210 494 000
O Correio da Manhã oferece nos seus artigos um espaço de comentário, que considera essencial para reflexão, debate e livre veiculação de opiniões e ideias e apela aos Leitores que sigam as regras básicas de uma convivência sã e de respeito pelos outros, promovendo um ambiente de respeito e fair-play.
Só após a atenta leitura das regras abaixo e posterior aceitação expressa será possível efectuar comentários às notícias publicados no Correio da Manhã.
A possibilidade de efetuar comentários neste espaço está limitada a Leitores registados e Leitores assinantes do Correio da Manhã Premium (“Leitor”).
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes disponíveis.
O Leitor permanecerá o proprietário dos conteúdos que submeta ao Correio da Manhã e ao enviar tais conteúdos concede ao Correio da Manhã uma licença, gratuita, irrevogável, transmissível, exclusiva e perpétua para a utilização dos referidos conteúdos, em qualquer suporte ou formato atualmente existente no mercado ou que venha a surgir.
O Leitor obriga-se a garantir que os conteúdos que submete nos espaços de comentários do Correio da Manhã não são obscenos, ofensivos ou geradores de responsabilidade civil ou criminal e não violam o direito de propriedade intelectual de terceiros. O Leitor compromete-se, nomeadamente, a não utilizar os espaços de comentários do Correio da Manhã para: (i) fins comerciais, nomeadamente, difundindo mensagens publicitárias nos comentários ou em outros espaços, fora daqueles especificamente destinados à publicidade contratada nos termos adequados; (ii) difundir conteúdos de ódio, racismo, xenofobia ou discriminação ou que, de um modo geral, incentivem a violência ou a prática de atos ilícitos; (iii) difundir conteúdos que, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, tenham como objetivo, finalidade, resultado, consequência ou intenção, humilhar, denegrir ou atingir o bom-nome e reputação de terceiros.
O Leitor reconhece expressamente que é exclusivamente responsável pelo pagamento de quaisquer coimas, custas, encargos, multas, penalizações, indemnizações ou outros montantes que advenham da publicação dos seus comentários nos espaços de comentários do Correio da Manhã.
O Leitor reconhece que o Correio da Manhã não está obrigado a monitorizar, editar ou pré-visualizar os conteúdos ou comentários que são partilhados pelos Leitores nos seus espaços de comentário. No entanto, a redação do Correio da Manhã, reserva-se o direito de fazer uma pré-avaliação e não publicar comentários que não respeitem as presentes Regras.
Todos os comentários ou conteúdos que venham a ser partilhados pelo Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã constituem a opinião exclusiva e única do seu autor, que só a este vincula e não refletem a opinião ou posição do Correio da Manhã ou de terceiros. O facto de um conteúdo ter sido difundido por um Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã não pressupõe, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, que o Correio da Manhã teve qualquer conhecimento prévio do mesmo e muito menos que concorde, valide ou suporte o seu conteúdo.
ComportamentoO Correio da Manhã pode, em caso de violação das presentes Regras, suspender por tempo determinado, indeterminado ou mesmo proibir permanentemente a possibilidade de comentar, independentemente de ser assinante do Correio da Manhã Premium ou da sua classificação.
O Correio da Manhã reserva-se ao direito de apagar de imediato e sem qualquer aviso ou notificação prévia os comentários dos Leitores que não cumpram estas regras.
O Correio da Manhã ocultará de forma automática todos os comentários uma semana após a publicação dos mesmos.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.
Escrever um comentário no CM é um convite ao respeito mútuo e à civilidade. Nunca censuramos posições políticas, mas somos inflexiveis com quaisquer agressões. Conheça as
Inicie sessão ou registe-se para comentar.