Animal foi encontrado sozinho já visivelmente cansado.
Um elefante preso por dois dias na lama junto ao Parque Nacional de Mágoè foi resgatado por fiscais moçambicanos que juntaram 2 mil litros de água para facilitar o processo, esforço que durou oito horas, foi, este domingo, anunciado.
Fonte daquele parque disse à Lusa que o elefante foi encontrado sexta-feira, sozinho, por fiscais florestais e da fauna bravia na zona de Nhamusaua, "preso na lama" ao longo de um trilho na envolvente daquela área protegida da província de Tete, centro do país, já visivelmente cansado.
"A equipa de fiscalização deslocou-se ao local e prestou assistência ao animal. Não foi necessário o uso de tranquilizantes, optou-se por adicionar cerca de 2 mil litros de água para que o solo perdesse a compactação", referiu outra fonte.
"Após oito horas de trabalho, foi possível libertar o elefante, que já se encontrava no local há dois dias. Com êxito, garantiu-se que o mesmo regressasse ao seu habitat natural, sem oferecer risco à comunidade local", acrescentou fonte do parque, que dista cerca de três horas da cidade de Tete.
Situado nos distritos de Mágoè e Cahora-Bassa, ao longo da albufeira de Cahora-Bassa, o Parque Nacional de Mágoè possui uma área total de aproximadamente 3.558 quilómetros quadrados, numa zona de planalto onde se destaca a presença de elefantes, búfalos, macacos, crocodilos e hipopótamos, que abundam, e ao longo do rio Zambeze.
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