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Empresa portuguesa ANA vai participar na otimização dos aeroportos moçambicanos

ANA está interessada "em contribuir com um estudo mais aprofundado das potencialidades de Moçambique" no domínio dos aeroportos.
16 de Abril de 2019 às 15:09
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A empresa Aeroportos de Portugal (ANA) vai participar no projeto de otimização da gestão e desenvolvimento dos aeroportos de Moçambique, visando alinhar o sistema aeroportuário local com os padrões internacionais, foi anunciado esta terça-feira, em comunicado.

Uma nota do Ministério dos Transportes e Comunicações de Moçambique refere que a ANA assinou na segunda-feira, em Maputo, um acordo de cooperação com a empresa Aeroportos de Moçambique (ADM) e a francesa VINCI Airports.

Comentando o entendimento, o presidente do Conselho de Administração da ANA, José Luís Arnaut, destacou o potencial de colaboração que se abre com este acordo, assinalando o foco no desenvolvimento do sistema aeroportuário moçambicano.

A ANA, prosseguiu, está interessada "em contribuir com um estudo mais aprofundado das potencialidades de Moçambique" no domínio dos aeroportos.

"Nós acreditamos seriamente nas potencialidades do desenvolvimento turístico e económico e da plataforma que Moçambique poderá representar", destacou.

Por seu turno, o ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, Carlos Mesquita, realçou que a vasta experiência da ANA e da VINCI Airports (que adiquriu aquela empresa portuguesa) vai ajudar à otimização da capacidade instalada nos aeroportos moçambicanos.

"Encoraja-nos a experiência comprovada dos nossos parceiros, como o caso da VINCI Airports, um dos líderes do setor aeroportuário internacional, que gere 45 aeroportos nos mercados mais exigentes como Estados Unidos da América, França, Reino Unido e Portugal", afirmou.

A empresa francesa, continuou, também tem provas dadas em mercados emergentes como Camboja, Chile e Sérvia.

O governante considerou que a ADM enfrenta os desafios da manutenção da sua rede aeroportuária espalhada pelo país, para poder contribuir na dinamização da economia nacional.

"Com este memorando, é nossa expetativa que os parceiros apresentem igualmente uma melhor abordagem para ótimas soluções de investimento e de concessão para desenvolver os aeroportos, a médio e longo prazos", declarou Carlos Mesquita.
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