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"EUA e Israel têm de se manter juntos": Benjamin Netanyahu discursa em Washington

Primeiro-ministro de Israel diz que o dia 7 de outubro é um dia que "ninguém vai esquecer". 

24 de julho de 2024 às 19:15

O primeiro-ministro, Benjamim Netanyahu, discursa esta quarta-feira em Washington, no congresso dos EUA e começa por dizer que os Estados Unidos da América e Israel devem manter-se juntos. 

Diz que quando as forças se mantêm unidos o "resultado é bastante claro:Eles perdem, nós vencemos", atira, reforçando a ideia de que as para as forças da civilização prevalecerem, os dois países "devem manter-se unidos".

"Nós vamos vencer", profere o primeiro-ministro israelita, acrescentando que o dia 7 de outubro é um dia que "ninguém vai esquecer". 

O primeiro-ministro fala sobre os reféns e como não vai descansar "até que todos os reféns estejam em casa". 

"Não vou descansar enquanto não os libertar", refere, acrescentando que estão a ser feitos "esforços intensos" para tal. 

Agradece também a Joe Biden, presidente dos Estados Unidos da América, pelo apoio a Israel e pelo "meio século de amizade" que mantêm os dois. Agradece ainda os esforços incansáveis do atual presidente e a visita que realizou a Israel "num momento difícil". 

Benjamim Netanyahu explica que está a atuar para "impedir o desenvolvimento de armas nucleares" o que permite "proteger-se a si próprio". 

Atira também que Gaza deveria ter uma administração civil que fosse "dirigida por palestinianos que não procuram destruir Israel", acrescentando que é necessário defender a segurança de Gaza. 

Netanyahu agradece aos membros do Congresso norte-americano que "não se deixaram convencer pelas mentiras do Hamas" e continuam a apoiar Israel.

Torna a referir o apoio dos EUA a nível militar, explicando que ter mais ajuda militar poderia "acelerar o fim da guerra em Gaza". O primeiro-ministro apela a que todos os países que queiram a paz com Israel, "devem juntar-se à Aliança", uma aliança a que Benjamin chama de "Aliança Abraham".

Quanto ao presidente Trump, o primeiro-ministro realça que os israelitas ficaram "aliviados" por saberem que o ex-presidente dos EUA ficou bem após a tentativa de assassinato e agradece a Trump "por todas as coisas que fez por Israel".

"Obrigada América, Obrigada por todo o vosso esforço", disse.

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