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Correio da Manhã

Mundo
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EUA reforçam meios na região do Golfo

Pentágono envia porta-aviões devido a “indicações preocupantes” vindas do Irão.
Ricardo Ramos 7 de Maio de 2019 às 01:30
O porta-aviões ‘Abraham Lincoln’ e o respetivo grupo de batalha estão a caminho do Golfo Pérsico
Donald Trump
Donald Trump, Presidente dos EUA
Donald Trump, Presidente dos EUA
O porta-aviões ‘Abraham Lincoln’ e o respetivo grupo de batalha estão a caminho do Golfo Pérsico
Donald Trump
Donald Trump, Presidente dos EUA
Donald Trump, Presidente dos EUA
O porta-aviões ‘Abraham Lincoln’ e o respetivo grupo de batalha estão a caminho do Golfo Pérsico
Donald Trump
Donald Trump, Presidente dos EUA
Donald Trump, Presidente dos EUA
A Administração Trump anunciou esta segunda-feira o envio do porta-aviões ‘Abraham Lincoln’ e de um esquadrão de bombardeiros estratégicos para o Golfo Pérsico, para reforçar a presença militar dos EUA na região face às "indicações preocupantes" vindas do Irão.

A medida é vista como mais uma forma de pressão sobre o regime de Teerão e não como indicação de que uma ação militar poderá estar iminente.

O anúncio foi feito pelo Conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton, um dos principais ‘falcões’ da Administração Trump e há muito tempo defensor do uso da força para travar as ambições nucleares de Teerão.

O reforço militar visa "enviar uma mensagem clara e inequívoca ao regime iraniano de que qualquer ataque contra os interesses dos Estados Unidos ou dos seus aliados terá uma resposta avassaladora", frisou Bolton, justificando a decisão com "várias indicações e avisos perturbadores" que chegam de Teerão.

O conselheiro de Donald Trump referia-se às recentes ameaças da Guarda Revolucionária do Irão, que ameaçou fechar o Estreito de Ormuz como retaliação pelas sanções americanas e designou recentemente as forças dos EUA na região como "terroristas".

"Os EUA não procuram uma guerra com o regime iraniano, mas estão preparados para responder a qualquer ataque da Guarda Revolucionária, do Exército iraniano ou dos seus aliados na região", garantiu Bolton.
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