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Correio da Manhã

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Ex-presidente do brasil Michel Temer novamente na cadeia

Antigo Chefe de Estado está acusado de desvio de fundos públicos.
Domingos Grilo Serrinha e correspondente no Brasil 10 de Maio de 2019 às 08:36
Temer entregou-se para não sofrer a humilhação de voltar a ser detido em público, como sucedeu há dois meses
Michel Temer detido pela Polícia Federal, em São Paulo
Michel Temer
Michel Temer
Michel Temer
Temer entregou-se para não sofrer a humilhação de voltar a ser detido em público, como sucedeu há dois meses
Michel Temer detido pela Polícia Federal, em São Paulo
Michel Temer
Michel Temer
Michel Temer
Temer entregou-se para não sofrer a humilhação de voltar a ser detido em público, como sucedeu há dois meses
Michel Temer detido pela Polícia Federal, em São Paulo
Michel Temer
Michel Temer
Michel Temer
O ex-presidente brasileiro Michel Temer, de 77 anos, apresentou-se esta quinta-feira à polícia em São Paulo depois de o tribunal ter decretado a sua prisão preventiva no âmbito das acusações por desvio de fundos públicos na construção de central nuclear Angra III, no Rio de Janeiro.

A prisão preventiva de Temer foi decretada na quarta-feira pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região, do Rio de Janeiro, a pedido do Ministério Público Federal.

Os advogados do ex- -presidente pediram para Temer não ser alvo de uma detenção pública, como aconteceu em março, quando ficou preso por cinco dias antes de ser libertado graças a um pedido de ‘habeas corpus’.

Michel Temer, o amigo e testa de ferro João Batista Lima Filho - também em prisão preventiva - e outras oito pessoas são acusadas de desvio de verbas da central nuclear de Angra III, em Angra dos Reis, litoral do Rio de Janeiro. No total, o ex-presidente já é arguido em seis investigações diferentes, em que é acusado pelo Ministério Público de comandar uma organização criminosa que terá desviado 409 milhões de euros.

Em 2017, quando ainda era presidente, Temer foi alvo de duas denúncias do então Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, por formação de bando, branqueamento de capitais e obstrução à Justiça, mas devido à imunidade do cargo estes e outros processos só puderam avançar este ano, após deixar a Presidência.
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