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Famosas em rede de prostituição

Grupo liderado por Bento ‘Kangamba', empresário e sobrinho do presidente Eduardo dos Santos, recrutava brasileiras para se prostituírem em Angola.

27 de outubro de 2013 às 08:05

Angolanos ricos escolhiam em revistas brasileiras mulheres ligadas ao meio artístico brasileiro para fazerem sexo, e contratavam-nas através de uma rede de prostituição de luxo desmantelada quinta-feira pela polícia, que prendeu cinco suspeitos no Brasil e emitiu mandados de captura internacional contra outros dois.

Um deles é o general angolano Bento dos Santos ‘Kangamba', sobrinho por afinidade do presidente angolano, José Eduardo dos Santos, e patrocinador do clube português Vitória de Guimarães.

A informação sobre a forma de recrutamento das vítimas foi adiantada ao Correio da Manhã pela Polícia Federal de São Paulo, que desencadeou a ‘Operação Garina' e prendeu, entre outros, os donos de uma empresa de eventos e de uma conhecida casa noturna.

As famosas, que chamam a atenção em programas de televisão e revistas cor-de-rosa, chegavam a receber 73 mil euros para irem a Angola fazer sexo com angolanos e estrangeiros abastados, mas outras mulheres aliciadas pela quadrilha não tinham o mesmo tratamento. Algumas delas, recrutadas em bares de luxo de São Paulo para se prostituírem em Angola, com a promessa de receberem 7300 euros por semana, ao chegarem àquele país africano tinham o passaporte retido e eram mantidas em cativeiro pelo tempo que a quadrilha quisesse, sendo forçadas a fazer sexo com inúmeros homens, muitas vezes sem preservativo, e eram levadas de volta ao Brasil sem receberem um cêntimo.

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