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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Fim da imunidade põe Temer na mira

Denúncias que estavam paradas no Supremo vão avançar para os tribunais comuns.

10 de fevereiro de 2019 às 10:12

Os processos relativos às denúncias por corrupção instaurados desde 2017 contra o ex-Presidente brasileiro Michel Temer, que não puderam tramitar enquanto ele foi chefe de Estado, vão finalmente avançar nos tribunais.

Com a saída da presidência, a 1 de janeiro, Temer deixou de ter imunidade e pode ser alvo da Justiça como qualquer outro cidadão num tribunal comum e não apenas no Supremo Tribunal Federal, em que as ações foram instauradas mas estavam paradas.

Numa das denúncias, Temer é acusado de ser o destinatário de quase 150 mil euros apreendidos ao então assessor presidencial Rodrigo da Rocha Loures, filmado a sair de uma pizaria de São Paulo com uma mala com dinheiro, que seriam luvas pagas pela empresa JBS, líder mundial na produção de proteína animal.

Na segunda denúncia, Temer é acusado de obstrução à Justiça por ter sido gravado pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, a combinar como pagar o silêncio de testemunhas incómodas e subornar juízes que poderiam comprometer ambos.

A terceira e última denúncia, apresentada em dezembro passado, acusa o ex-Presidente de ter emitido um decreto presidencial para favorecer empresas portuárias ligadas a Rocha Loures, também em troca de luvas de milhões.

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