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MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Homicida de Marta fica preso 20 anos

Chegou ao fim um dos mais mediáticos julgamentos dos últimos tempos em Espanha. Miguel Carcaño foi condenado a 20 anos de prisão, pelo homicídio de Marta del Castillo, a jovem sevilhana de 17 anos que desapareceu em 2009 e cujo corpo nunca foi encontrado. O assassino foi absolvido do crime de violação.

14 de janeiro de 2012 às 01:00

Marta del Castillo vivia no bairro de Tartessos, em Sevilha, com os pais e duas irmãs. No dia 25 de Janeiro de 2009, saiu de casa para se encontrar com Carcaño, então com 20 anos. Nunca mais voltou. Adepta das redes sociais, a jovem foi alvo de intensa campanha por parte de dezenas de amigos. A 13 de Fevereiro, Carcaño é detido e 20 dias mais tarde um seu irmão. Seguiram--se as detenções de mais dois cúmplices.

Durante meses, a Guardia Civil, a Polícia Nacional e até militares escrutinaram as águas do Guadalquivir, numa extensão de 80 quilómetros. Nada encontraram. Carcaño, recorde-se, confessou que a matou e lançou ao rio, mas nunca disse onde.

Os outros acusados, Samuel Benítez, Francisco Delgado e María Garcí foram absolvidos de cumplicidade no encobrimento do homicídio. A família de Marta vai recorrer.

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