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Imprensa francesa fala em "guerra em plena Paris"

Atentados causaram pelo menos 120 mortos.

14 de novembro de 2015 às 06:05

A imprensa francesa destaca este sábado a "guerra em plena Paris", após os atentados simultâneos perpetrados na capital francesa na noite de sexta-feira, que fizeram pelo menos 120 mortos.

"Guerra em plena Paris" titula o jornal conservador de centro-direita Le Figaro.

"Desta vez, é a guerra", acrescenta o Le Parisien.

"A barbárie terrorista cruzou uma linha histórica", escreveu o diretor do jornal de esquerda Libération, Laurent Joffrin, apelando à França para se manter firme.

"É impossível não ligar estes sangrentos acontecimentos aos violentos combates em curso no Médio Oriente. A França está a desempenhar o seu papel lá. Deve continuar a fazê-lo, sem pestanejar", sublinhou.

As vítimas dos atentados de sexta-feira "são o terrível e insuportável testemunho de uma guerra mundial em que a França se torna contra a sua vontade num dos principais campos de batalha", realçou o jornal regional La Charente Libre.

"O horror" foi a palavra escolhida, grafada sob fundo negro, para manchete pelo jornal desportivo L'Equipe, dado que os terroristas também visaram o estádio nacional, onde decorria um jogo de futebol.

"Em nome dos verdadeiros mártires de ontem, vítimas inocentes, e em nome da República, a França deve permanecer unida e fazer frente", escreve o Le Parisien.

Os jornais franceses fizeram o paralelismo com os ataques contra o jornal Charlie Hebdo, que fizeram 17 mortos em janeiro.

"Nós fomos Charlie. Nós somos Paris!", assinala o diário regional Republique des Pyrenees

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