Correio da Manhã
JornalistaMoçambique vive uma crise eleitoral que tem gerado várias manifestações e confrontos entre os manifestantes e a polícia.
Em causa está a violência que se seguiu ao anúncio dos resultados das eleições gerais de 9 de outubro pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) com a vitória nas presidenciais de Daniel Chapo, apoiado pela Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, partido no poder desde 1975), com 70,67% dos votos.
Venâncio Mondlane ficou em segundo lugar, com 20,32%, mas este não reconhece resultados, que ainda têm de ser validados e proclamados pelo Conselho Constitucional, tendo convocado várias manifestações, uma greve geral de sete dias, a partir de 31 de outubro, e uma marcha nacional em Maputo no dia 7 de novembro.
Maputo procura normalidade entre carros queimados e vias ainda bloqueadas após manifestações
Entre carros queimados, estabelecimentos comerciais invadidos e vias ainda bloqueadas, Maputo tenta esta sexta-feira voltar à normalidade, com a população a pedir soluções pacíficas, após as manifestações violentas de contestação aos resultados das eleições gerais de 09 de outubro.
"Tem de parar, não pode continuar. Mesmo os carros estão a ter problemas para passar aqui (...) devem parar porque as pessoas vão tirar proveito disto aqui", disse Isaías Zefanias, 47 anos, morador do bairro de Maxaquene, um dos centros dos protestos que se registam em Maputo desde a última semana.
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Lusa
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Presidente moçambicano reuniu-se com "líder espiritual" de Venâncio Mondlane
O Presidente moçambicano reuniu-se esta sexta-feira com o "apóstolo" Luís Fole, da Igreja Ministério Divina Esperança, considerado o "líder espiritual" do candidato presidencial Venâncio Mondlane, para trocar "opiniões" sobre a "situação do país", mergulhado numa crise pós-eleitoral.
"Mantive na manhã desta sexta-feira (...) um encontro de cortesia com o apóstolo Luis Fole da Igreja Ministério Divina Esperança, onde trocámos opiniões sobre a situação do país", descreveu Filipe Nyusi, numa mensagem colocada na sua conta oficial na rede social Facebook.
"Continuaremos de forma inclusiva, juntamente com outras sensibilidades desta nossa pátria, a trabalhar para a sua estabilidade e desenvolvimento", disse ainda, na mesma mensagem.
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Lusa
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Rede sul-africana Shoprite encerra temporariamente supermercados em Maputo
A cadeia sul-africana de supermercados Shoprite encerrou temporariamente espaços comerciais que opera em Maputo e "outras áreas de alto risco", devido às manifestações pós-eleitorais, que na quinta-feira levaram ao saque e vandalização de duas lojas, na capital.
Contactada pela Lusa, a cadeia sul-africana, que conta com quase 30 espaços comerciais em Moçambique, explicou que as "preocupações com a segurança dos funcionários e clientes continuam a ser de extrema importância", que a "situação está sendo monitorizada de perto" e que "as lojas reabrirão assim que for seguro fazê-lo".
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Lusa
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Pelo menos três mortos e 66 feridos nos confrontos em Maputo
Pelo menos três mortos e 66 pessoas ficaram feridas durante confrontos entre manifestantes e a polícia na quinta-feira, oitavo dia das greves convocadas por Venâncio Mondlane, anunciou esta sexta-feira o Hospital Central de Maputo (HCM), maior unidade do país.
"Ontem, dia 07, [quinta-feira] em todas as nossas portas de entrada tivemos um cumulativo de 138 admitidos, dos quais a urgência de adultos teve 101 pacientes. Dos 101 pacientes, 66 foram vítimas dessas manifestações e os restantes foram por outras causas", disse o diretor do Serviço de Urgência de Adulto no HCM, Dino Lopes, em declarações à comunicação social.
Dados apresentados pelo responsável dão conta de que pelo menos três pessoas perderam a vida na quinta-feira, em resultado das manifestações.
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Lusa
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"Liberdade ou morte": Dezenas de pessoas manifestam-se em Lisboa e pedem justiça para Moçambique
Várias dezenas de pessoas manifestaram-se esta quinta-feira em Lisboa em defesa de justiça para Moçambique, face à instabilidade que se vive desde as eleições de outubro, com a Comissão Nacional de Eleições (CNE) moçambicana a anunciar a vitória da Frelimo.
Perto do centro do Terreiro do Paço, mais de meia centena de manifestantes entoaram cânticos e gritaram "liberdade ou morte", enquanto se agitavam cartazes de protestos e bandeiras moçambicanas. "Não queremos um governo mentiroso", "Chega de mortes", "Fim da ditadura" ou "Queremos Frelimo fora do poder" eram algumas das mensagens que se liam nos cartazes, entre a curiosidade de alguns turistas que passavam à volta do protesto e tiravam fotografias.
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Lusa
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Maputo é hoje epicentro de protestos contra resultados das eleições em Moçambique
A capital moçambicana é esta quinta-feira o epicentro de um protesto convocado pelo candidato presidencial Venâncio Mondlane contra a vitória atribuída, nas eleições gerais de 09 de outubro, à Frelimo e ao seu candidato, Daniel Chapo.
Após protestos nas ruas nos dias 21, 24 e 25 de outubro, que paralisaram o país, o candidato Venâncio Mondlane convocou novamente a população para uma paralisação geral de sete dias, desde 31 de outubro, com protestos nacionais nas ruas que degeneraram em violência e intervenção da polícia.
Os confrontos de rua resultaram em pelo menos dez mortos, dezenas de feridos e 500 detidos, segundo o Centro de Integridade Pública, uma organização não-governamental moçambicana que monitoriza os processos eleitorais.
Lusa
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Situação caótica em Maputo: manifestantes travados pela polícia com granadas de gás lacrimogéneo
A polícia disparou granadas de gás lacrimogéneo no centro de Maputo para travar manifestantes que aderiram à grande marcha decretada pelo líder da oposição Venâncio Mondlane.
A primeira carga policial, cerca das 09h20 locais (07h20 em Lisboa) levou à dispersão dos manifestantes, mas pouco depois estes voltaram a juntar-se e ripostaram ao gás lacrimogéneo lançando pedras e garrafas na direção da polícia.
Nestes confrontos, pelo menos uma pessoa ficou ferida.
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Lusa
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Correio da Manhã
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ONG pede que restrições à Internet sejam "levantadas imediatamente"
A organização Human Rights Watch (HRW) apelou esta quinta-feira às autoridades moçambicanas para que "levantem imediatamente" as restrições à Internet impostas no âmbito da contestação aos resultados das eleições gerais, porque estas "violam vários direitos" dos cidadãos.
Em comunicado divulgado no dia em que está prevista uma grande manifestação em Maputo, convocada pelo candidato presidencial Venâncio Mondlane, a organização de defesa dos direitos humanos refere que esta interdição viola o "acesso à informação, a liberdade de expressão e o protesto pacífico, bem como a capacidade das pessoas de ganhar a vida através de negócios online".
"As restrições seguem-se à violenta repressão das forças de segurança do Governo contra os apoiantes da oposição que marcharam pacificamente por todo o país para protestar contra os resultados das eleições gerais de outubro", refere a HRW.O diretor da organização para África, Allan Ngari, considerou, que "no meio da atual agitação, o Governo moçambicano deve restaurar imediatamente o acesso à Internet para facilitar o acesso das pessoas a informações cruciais", considerando que as restrições "violam os direitos humanos".
Lusa
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Maputo acorda quase deserta e com forte presença policial
A cidade de Maputo acordou esta quinta-feira praticamente deserta, com pequenos grupos de pessoas a caminho do trabalho, apesar do encerramento quase total das atividades, e com uma forte presença de polícia e militares na rua.
No dia convocado pelo candidato presidencial Venâncio Mondlane para uma manifestação em Maputo contra os resultados eleitorais, há uma quase total ausência de viaturas a circular no centro da cidade, ao início da manhã, e um movimento muito tímido nos subúrbios.
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Lusa
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PGR de Moçambique investiga queixa do partido Podemos sobre atas e editais eleitorais
A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Moçambique está a investigar uma queixa do partido Podemos, que apoia a candidatura presidencial de Venâncio Mondlane, denunciando a alegada "fabricação fraudulenta de novas atas e editais" das eleições gerais.
A posição surge numa resposta da PGR à denúncia do Podemos, de 05 de novembro e a que a Lusa teve esta quarta-feira acesso, na qual é referido que o Ministério Público (MP) "é titular da ação penal, nos termos da Constituição da República de Moçambique e da lei, sendo por isso entidade competente para desencadear o procedimento criminal".
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Lusa
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Marcelo espera que notícias sejam boas e contribuam para a estabilidade
O Presidente da República disse, esta terça-feira, estar a acompanhar a situação em Moçambique, desejando que as notícias vindas daquele "país irmão" "sejam boas" e contribuam para a sua afirmação política, estabilidade económica e social.
"Todos desejamos, todos torcemos, no caso de Moçambique, como em todos os outros casos de países irmãos, que corra bem, porque se correr bem, corre bem para a comunidade de países portugueses, corre bem para a comunidade portuguesa que é forte, para a comunidade moçambicana (...), portanto, é fundamental que as notícias de Moçambique sejam sempre boas", afirmou, em declarações à margem de um evento no distrito do Porto.
Escusando-se comentar as manifestações em Moçambique, Marcelo Rebelo de Sousa disse apenas estar a acompanhar a situação daquele país, esperando que "evolução seja uma evolução positiva".
EUA, Reino Unido, Canadá, Noruega e Suíça apelam à contenção
As representações diplomáticas dos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Noruega e Suíça apelaram, esta terça-feira, a todos os envolvidos na situação em Moçambique para que "demonstrem contenção" e respeitem o Estado de direito e a vida humana.
Através de uma declaração conjunta publicada na rede social Facebook, a Embaixada dos Estados Unidos da América, o Alto Comissariado Britânico, o Alto Comissariado do Canadá, a Embaixada da Noruega e a Embaixada da Suíça pronunciaram-se sobre a situação em Moçambique.
"Neste momento crítico, apelamos a todos os envolvidos para que demonstrem contenção, respeitando o Estado de Direito e a vida humana", lê-se na declaração conjunta.
Governo admite "excessos" da polícia mas aponta ações de manifestantes
Maputo, 05 nov 2024 (Lusa) - O Ministro da Defesa Nacional de Moçambique admitiu hoje "excessos" por parte das forças de segurança para conter manifestações, mas avisou que a corporação reage "na medida" dos atos desenvolvidos por manifestantes.
"Temos que reconhecer que pode haver excessos em algumas ocorrências policiais ou das Forças de Defesa e Segurança sobre as quais nós estamos a trabalhar dentro das nossas unidades no sentido de apurar porque certo agente terá excedido na força necessária para conter a ameaça durante a manifestação", declarou Cristóvão Chume.
A Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM) repudiou hoje a violência policial contra os manifestantes, a quem também pede que não pratiquem "atos erráticos", e refere, em nota, que "as manifestações correspondem ao exercício de direitos fundamentais".
Lusa
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Ministro da Defesa de Moçambique aponta sinais de "intenção firme e credível de alterar" ordem constitucional
O ministro da Defesa Nacional de Moçambique, Cristóvão Chume, reconheceu esta terça-feira sinais de "intenção firme e credível de alterar" a ordem constitucional, avisando que, se o escalar da violência continuar, as Forças Armadas serão chamadas a "proteger" o Estado.
"Se o escalar da violência continuar não se coloca outra alternativa senão mudarmos as posições das forças no terreno e colocarmos as Forças Armadas a proteger aquilo que são os fins do Estado", disse o ministro, numa conferência de imprensa em Maputo, assumindo que neste momento os militares estão no terreno apenas no apoio às restantes forças de segurança e à população.
Lusa
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Ordem dos Advogados de Moçambique repudia violência policial
A Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM) repudiou esta terça-feira a violência policial contra os manifestantes, a quem também pede que não pratiquem "atos erráticos", e refere, em nota, que "as manifestações correspondem ao exercício de direitos fundamentais".
Segundo o comunicado da OAM, "a polícia da República de Moçambique está a exibir um total despreparo para lidar com manifestações pacíficas". Isto porque, acrescenta, desde o primeiro dia em que as manifestações tiveram início, até à presente data, a polícia "prossegue disparando balas reais e fazendo pontaria direta às pessoas com bombas de gás lacrimogéneo, deixando um rasto de mortos e feridos similar a um conflito armado, sendo que, no caso, os manifestantes são cidadãos desarmados".
Lusa
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Mais de 100 pessoas baleadas e 16 mortos colocam hospitais sob pressão em Moçambique
O presidente da Associação Médica de Moçambique (AMM), Napoleão Viola, afirmou esta terça-feira que pelo menos 108 pessoas foram baleadas e 16 morreram na violência pós-eleitoral dos últimos dias, admitindo que há serviços de saúde em rutura face à "pressão".
"Em algumas unidades sanitárias, infelizmente, há alguns serviços que já começam a não funcionar, especialmente os serviços ambulatórios, das consultas. Infelizmente, até algumas situações de vacinas para as crianças, que são muito importantes", afirmou Viola, durante a marcha de protesto que centenas de profissionais de saúde, liderados pelos médicos, promoveram esta terça-feira em Maputo.
Lusa
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Pelo menos duas pessoas foram mortas e outras dezenas continuam desaparecidas na comunidade de Mandela, no distrito de Muidumbe, na província moçambicana de Cabo Delgado, após um alegado ataque de terroristas, disseram esta terça-feira à Lusa fontes locais.
As mortes aconteceram esta segunda-feira nas matas de Mandela, a cerca de 50 quilómetros da sede do distrito de Muidumbe, após os terroristas capturarem as vítimas no campo de produção de uma destas, a cerca de cinco quilómetros da aldeia.
Lusa
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