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Marilyn Manson alvo de mandado de detenção após acusações de agressão. Arrisca quase dois anos de cadeia

Músico norte-americano volta a estar envolvido em nova polémica, desta vez por ter alegadamente agredido um repórter de imagem.

26 de maio de 2021 às 13:14

O músico norte-americano Marilyn Manson, cujo verdadeiro nome é Brian Hugh Warner, está a ser alvo de um mandado de detenção por parte da polícia de New Hampshire devido a acusações de agressão num concerto dado em 2019. 

Manson, de 52 anos, é acusado de dois crimes de agressão simples a um repórter de imagem num concerto em Gilford, em 2019.

Em comunicado, a polícia afirma que o músico tem conhecimento do mandado de detenção "há algum tempo", porém, não quis responder às acusações.

A declaração do Departamento de Polícia de Gilford afirma que cada acusação acarreta uma possível sentença de prisão de menos de um ano e multa de até dois mil dólares, aproximadamente 1634 euros. 

Ao contrário de acusações anteriores, estas não têm cariz sexual. O músico não prestou qualquer declarações sobre as acusações 

Polícia investica outras acusações graves

Esta não é a primeira vez que o norte-americano se vê a braços com a justiça. No início do mês foi noticiado que Manson estava a ser investigado por casos de violência doméstica, alegadamente ocorridos há 10 anos. Depois de ter sido acusado de abuso sexual, tortura e manipulação pela ex-noiva, a atriz Evan Rachel Wood, bem como por outros colaboradores , o artista está a ser oficialmente investigado pelas autoridades.

Os alegados incidentes tiveram lugar entre 2009 e 2011, quando o artista vivia em West Hollywood.

As investigações começaram após as graves denúncias - por parte de mulheres e não só - que confirmaram a má conduta de Manson. A acrescentar à lista de acusações, está uma tentativa de homicídio pela estilista Love Bailey, quando esta tinha apenas 20 anos.

No entanto, as queixas não se ficam por aqui. A cantora Phoebe Bridgers relatou que, na adolescência, visitou a casa do artista e que este lhe mostrou uma divisão que apelidou como o "quarto da violação".

Já o guitarrista dos Limp Bizkit, Wes Borland, que atuou com o músico durante nove meses, confirmou todas as acusações: "Ele é mesmo mau, e tudo o que disseram é verdade. É incrivelmente talentoso, mas é doente."

Depois destas denúncias, o cantor foi dispensado da editora que o representava e pela agência CAA, de Hollywood.

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