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Medida de Trump lança caos nos aeroportos dos EUA

A América saiu à rua para protestar contra a medida anti-imigração do Presidente norte-americano.

30 de janeiro de 2017 às 16:44

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Muitos foram os norte-americanos que se manifestaram contra lei polémica no Aeroporto Internacional de Los Angeles
Muitos foram os norte-americanos que se manifestaram contra lei polémica no Aeroporto Internacional de Los Angeles
Muitos foram os norte-americanos que se manifestaram contra lei polémica no Aeroporto Internacional de Los Angeles
Muitos foram os norte-americanos que se manifestaram contra lei polémica no Aeroporto Internacional de Los Angeles
Muitos foram os norte-americanos que se manifestaram contra lei polémica no Aeroporto Internacional de Los Angeles
Muitos foram os norte-americanos que se manifestaram contra lei polémica no Aeroporto Internacional de Los Angeles
Muitos foram os norte-americanos que se manifestaram contra lei polémica no Aeroporto Internacional de Los Angeles
Uma mulher oferece pizza a quem protesta no Aeroporto de Dulles
Imagens dos protestos no aeroporto JFK, em Nova Iorque, correram o planeta
Muitos foram os norte-americanos que se manifestaram contra lei polémica no Aeroporto Internacional de Los Angeles
Também houve manifestação no Dallas/Fort Worth International Airport
Os protestos também se fizeram sentir em São Francisco
Também no aeroporto de Houston, no Texas, houve manifestações
Imagens dos protestos no aeroporto JFK, em Nova Iorque, correram o planeta
Os protestos também se fizeram sentir em São Francisco
Estados Unidos, Donald Trump, Casa Branca, James Robart, Irão, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria, Iémen, CNN, Reino Unido, Espanha, França, Departamento de Estado, distúrbios, guerras e conflitos, política
Muitos foram os norte-americanos que se manifestaram contra lei polémica no Aeroporto Internacional de Los Angeles
Também houve manifestação no Dallas/Fort Worth International Airport

Donald Trump assinou na sexta-feira um decreto que impede a entrada nos Estados Unidos durante três meses aos cidadãos do Iraque, Irão, Iémen, Líbia, Somália, Sudão e Síria, no âmbito de um pacote de medidas para proteger o país de "terroristas islâmicos radicais".

O decreto tem suscitado forte polémica, interna e internacionalmente.

Nos EUA, os palcos dos primeiros protestos foram os aeroportos, onde dezenas de milhares de pessoas foram ficando retiras à medida que a lei era implementada. 

Em vários aeroportos, manifestantes juntaram-se para protestar contra o decreto e acabaram mesmo por atrasar dezenas de voos. 

Foi o caso do Dulles International Airport, em Washington, do nova iorquino JFK, do aeroporto internacional de São Francisco, do Hartfield-Jackson Atlanta International Airport, um dos mais movimentados do país, do aeroporto de O'Hare, em Chicago, do aeroporto Washington Dulles, na Virgínia, dos aeroportos de Dallas/Fort Worth e Houston, ambos no Texas, ou do LAX, o aeroporto internacional de Los Angeles, onde o protesto se intensificou no domingo e duas pessoas chegaram mesmo a ser detidas por bloquearem os acessos ao espaço. 

A lei foi, posteriormente, retificada para permitir a entrada de pessoas com vistos de residência e os protestos passaram, então, para os centros das cidades. Em Washington, cerca de 8 mil pessoas protestaram ora à porta da Casa Branca, ora em frente à Trump Tower, manifestando o seu desagrado para com Donald Trump. 

Também em Nova Iorque (Manhatthan) e Boston (Copley Square) houve novos protestos, com cada cidade a somar mais de dez mil manifestantes nas ruas, com cartazes a desafiar a decisão de Trump. 

Presidente responsabiliza companhia aérea, senador e manifestantes

Donald Trump recusa o cenário e garantiu, esta segunda-feira, que os problemas registados em aeroportos depois de ter assinado o decreto anti-imigração se deveram a uma avaria informática na Delta Airlines registada no domingo (e que provocou atrasos ou cancelamentos em 150 voos), aos protestos de rua e às críticas do senador Chuck Schumer.

Após o anúncio do decreto, o senador democrata Chuck Schumer tweetou: "Correm lágrimas pela face da Estátua da Liberdade". 

O presidente dos Estados Unidos escreveu, no Twitter, que apenas 109 de um total de 325 mil pessoas "foram detidas para interrogatório" depois da entrada em vigor da ordem que bloqueia a entrada no país de cidadãos de sete países muçulmanos.

O secretário da Segurança Interna, John Kelly, "disse que está tudo a correr bem, com muito poucos problemas. A AMÉRICA TEM DE VOLTAR A SER SEGURA!", escreveu hoje Trump no Twitter.

"Tentar encontrar terroristas antes de eles entrarem no nosso país não é agradável. Mas vejam o que se passa no mundo!", acrescentou.

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