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Pedida prisão para Luis Olalde, conhecido por 'Txistu', após ser resgatado dos escombros dos sismos na Venezuela

'Txistu' foi retirado do prédio onde vivia com a mulher em San Bernardino.

13 de julho de 2026 às 12:03

A Associação Dignidade e Justiça entregou uma ação judicial onde exige a prisão de Luis María Olalde, conhecido por 'Txistu', por ter sido membro da ETA. O paradeiro de Luis era desconhecido até ao dia 25 de junho, data em que os sismos na Venezuela transformaram o prédio onde vivia em escombros. Depois de resgatado, foi solicitada a "busca, captura e detenção internacional para fins de extradição" por ser acusado de participar num ataque realizado pelo comando Urola em 1978, onde três guardas civis foram mortos. 

A queixa foi aceite pelo juiz Santiago Pedraz e reconhecida como denúncia popular. 

Segundo o 20 minutos que cita a denúncia, Olalde terá fugido da Venezuela em 1979 "para escapar à justiça" mas a 25 de junho, a associação tomou conhecimento de que o homem foi resgatado dos escombros do prédio onde morava com a companheira no bairro de San Bernardino, em Caracas. 

A mulher de Txistu, Alazne Solabarrieta, de 65 anos, era neta de José María Solabarrieta que foi presidente da Câmara de Ondarroa, no País Basco, e se exilou na Venezuela depois da Guerra Civil. Alazne é prima da ex-deputada regional de Ação Territorial de Biscaia, María Esther Solabarrieta. Foi encontrada morta no dia dos terramotos. 

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