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Pfizer só tem metade das doses da vacina contra a Covid-19 previstas

Farmacêutica só vai distribuir 50 das 100 milhões de doses previstas até ao fim do ano devido a problemas de abastecimento.
Ricardo Ramos 5 de Dezembro de 2020 às 09:26
Camião frigorífico sai da fábrica da Pfizer, em Puuurs, na Bélgica, rumo ao Reino Unido
Camião frigorífico sai da fábrica da Pfizer, em Puuurs, na Bélgica, rumo ao Reino Unido
Camião frigorífico sai da fábrica da Pfizer, em Puuurs, na Bélgica, rumo ao Reino Unido
Camião frigorífico sai da fábrica da Pfizer, em Puuurs, na Bélgica, rumo ao Reino Unido
Camião frigorífico sai da fábrica da Pfizer, em Puuurs, na Bélgica, rumo ao Reino Unido
Camião frigorífico sai da fábrica da Pfizer, em Puuurs, na Bélgica, rumo ao Reino Unido
Camião frigorífico sai da fábrica da Pfizer, em Puuurs, na Bélgica, rumo ao Reino Unido
Camião frigorífico sai da fábrica da Pfizer, em Puuurs, na Bélgica, rumo ao Reino Unido
Camião frigorífico sai da fábrica da Pfizer, em Puuurs, na Bélgica, rumo ao Reino Unido
A farmacêutica Pfizer anunciou que só vai conseguir fornecer metade das 100 milhões de doses da vacina previstas até ao final do ano devido a problemas na cadeia de abastecimento dos produtos usados no seu fabrico.

De acordo com o ‘Wall Street Journal’, a Pfizer tinha previsto produzir e distribuir 100 milhões de doses da vacina até ao final de 2020, mas o atraso na chegada de vários componentes afetou a produção e forçou a empresa a reduzir a metade a meta para este ano. “Aumentar a cadeia de fornecimento de matéria-prima demorou mais do que o esperado.

Alguns dos fornecimentos iniciais não estavam à altura dos nossos padrões. Resolvemos o problema, mas ficámos sem tempo para completar a meta para este ano”, disse um porta-voz da empresa, garantindo que o problema já foi ultrapassado e não afetará a meta de produção prevista para 2021, que é de 1,3 mil milhões de doses.

OMS diz que pandemia ainda não acabou
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse esta sexta-feira que os recentes avanços no desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19 são “positivos”, mas avisou que podem levar as pessoas a pensar que a pandemia já acabou, numa perceção que pode ser prejudicial.

Alerta para "grandes riscos" no Natal
O Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças alertou para possíveis “riscos adicionais significativos” durante a época natalícia e a passagem de ano. A agência europeia reforçou ainda que o aumento de infeções com o novo coronavírus durante este período é mesmo “muito provável”.

RADAR COVID
Duas vacinas promissoras
A biofarmacêutica chinesa Clover está a desenvolver duas vacinas promissoras contra a Covid-19 que obtiveram fortes respostas imunitárias nos primeiros ensaios em humanos.

Um milhão de doses
O Instituto Biomédico Butantan, do estado brasileiro de São Paulo, já recebeu um milhão de doses da vacina chinesa desenvolvida pela Sinovac.

Ameaça à distribuição
As autoridades norte-americana, em conjunto com a multinacional IBM, alertaram para o facto de as redes de distribuição das vacinas contra a Covid-19 estarem a ser atacadas por piratas informáticos.

Outros coronavírus
Uma virologista da região chinesa de Wuhan revelou que os morcegos selvagens são portadores de outros coronavírus semelhantes ao que provoca a Covid-19 e que podem ser transmissíveis aos humanos.
Mais informação sobre a pandemia no site dedicado ao coronavírus - Mapa da situação em Portugal e no Mundo. - Saiba como colocar e retirar máscara e luvas - Aprenda a fazer a sua máscara em casa - Cuidados a ter quando recebe uma encomenda em casa. - Dúvidas sobre coronavírus respondidas por um médico Em caso de ter sintomas, ligue 808 24 24 24
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