Duas instituições vão cooperar nas áreas dos crimes contra as pessoas, fundamentalmente contra a liberdade pessoal e autodeterminação sexual.
As polícias criminais angolana e portuguesa assinaram um memorando de entendimento, em Luanda, para o reforço da cooperação em áreas como crimes económico-financeiros, com realce para a corrupção, fraude fiscal e outros.
O memorando de entendimento, que decorre do protocolo de cooperação geral celebrado entre o Ministério do Interior de Angola e o Ministério da Justiça de Portugal, assinado em 2018, foi rubricado pelo diretor-geral do Serviço de Investigação Criminal angolano, Luciano da Silva, e pelo diretor nacional da Polícia Judiciária Portuguesa, Luís Neves.
De acordo com uma nota de imprensa do Serviço de Investigação Criminal (SIC), a que a Lusa teve esta terça-feira acesso, as duas instituições vão cooperar nas áreas dos crimes contra as pessoas, fundamentalmente contra a liberdade pessoal e autodeterminação sexual.
O intercâmbio de informações e assistência técnica vai cingir-se também aos crimes económicos financeiros, com realce para a corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais, crimes cibernéticos, tráfico de droga, crimes ambientais e outros.
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