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PR de Cabo Verde diz que dor pode atenuar com detenção de suspeitos de morte de Giovani

Chefe de Estado sublinhou que a morte do estudante faz parte de fenómenos sociais de "grande emotividade".

20 de janeiro de 2020 às 14:22

O Presidente cabo-verdiano, Jorge Carlos Fonseca, considerou esta segunda-feira que o sentimento de exaltação e de dor pode atenuar-se com a detenção dos suspeitos da morte do estudante cabo-verdiano Luís Giovani em Bragança.

Em declarações aos jornalistas na cidade da Praia, o chefe de Estado sublinhou que a morte do estudante faz parte de fenómenos sociais de "grande emotividade", por ser "brutal, de contornos raros e surpresos".

Por isso, considerou "normal" a revolta das pessoas, dentro e fora de Cabo Verde, mas salientou ser importante acreditar que a justiça será feita.

"A justiça é um processo, vai ter o seu curso, é um processo criminal, tem fases de investigação, terá o inquérito, depois haverá acusação, eventualmente abertura de instrução, pronúncia, julgamentos, e, portanto, é aguardarmos com confiança, serenidade, que as coisas decorram bem e que a justiça adequada seja feita, seja realizada", afirmou.

O estudante cabo-verdiano, de 21 anos, natural da ilha do Fogo, morreu em 31 de dezembro, 10 dias após agressões à saída de um bar, na cidade de Bragança.

As cerimónias fúnebres aconteceram no sábado, um dia após a Polícia Judiciária portuguesa ter anunciado a detenção de cinco suspeitos das agressões, que ficaram em prisão preventiva depois de serem ouvidos em tribunal, indiciados por um crime de homicídio qualificado e três de tentativa de homicídio.

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