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Correio da Manhã

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Primeiro-ministro japonês pede diplomacia para desarmar Coreia do Norte

"É importante manter a paz através de esforços diplomáticos", diz Shinzo Abe.
17 de Abril de 2017 às 11:13
O primeiro-ministro japonês Shinzo Abe
Shinzo Abe é o primeiro-ministro do Japão
Shinzo Abe
Shinzo Abe
37 - Shinzō Abe, Japonês, Primeiro Ministro do Japão, 62 anos.
Shinzo Abe
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe
O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe
O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe
O primeiro-ministro japonês Shinzo Abe
Shinzo Abe é o primeiro-ministro do Japão
Shinzo Abe
Shinzo Abe
37 - Shinzō Abe, Japonês, Primeiro Ministro do Japão, 62 anos.
Shinzo Abe
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe
O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe
O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe
O primeiro-ministro japonês Shinzo Abe
Shinzo Abe é o primeiro-ministro do Japão
Shinzo Abe
Shinzo Abe
37 - Shinzō Abe, Japonês, Primeiro Ministro do Japão, 62 anos.
Shinzo Abe
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe
O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe
O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, defendeu esta segunda-feira a diplomacia como meio para desarmar a Coreia do Norte, um dia depois do mais recente teste com um míssil de Pyongyang.

"A Coreia do Norte está a mostrar o seu poder militar, mas é importante manter a paz através de esforços diplomáticos", afirmou Abe durante uma reunião do comité do orçamento da Câmara Baixa da Dieta (parlamento), ao ser questionado sobre o mais recentemente lançamento de um míssil.

De acordo com a emissora pública japonesa NHK, o chefe do executivo japonês pediu a Pyongyang que evite realizar mais provocações e considerou ser "necessário exercer mais pressão para que a Coreia do Norte responda seriamente ao diálogo".

Abe disse que para se conseguir estabilidade na região é necessário que Pequim, o principal aliado de Pyongyang, use a sua influência, e que Washington e Seul façam o seu papel, salientando ainda a ideia de cooperação com a Rússia.

A Coreia do Norte efetuou no domingo um lançamento falhado de um míssil, que coincidiu com a chegada à Coreia do Sul do vice-presidente norte-americano, Mike Pence.

Os Estados Unidos decidiram enviar para a península coreana o porta-aviões nuclear 'Carl Vinson' e a frota de ataque, após o lançamento de outro projétil a 05 de abril.
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