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Recontagem de votos na Geórgia vai ser feita à mão

Trump e Biden terminaram separados por uma diferença inferior a 0,5%. Processo pode arrastar-se até quase ao final do mês.

12 de novembro de 2020 às 09:33

O estado da Geórgia, onde Joe Biden lidera a contagem por cerca de 14 mil votos, anunciou esta quarta-feira que vai recontar todos os votos à mão, o que poderá arrastar o processo até quase ao final do mês, atrasando a certificação oficial da vitória de Joe Biden nas Presidenciais.

“Com uma margem tão pequena [entre os dois candidatos], teremos de levar a cabo uma recontagem completa dos votos, à mão, em cada um dos condados. Isto ajudará a criar confiança no resultado final. Será, ao mesmo tempo, uma recontagem e uma auditoria”, anunciou o secretário de Estado da Geórgia, Brad Raffensperger. Biden foi declarado o vencedor naquele estado, que vale 16 votos no Colégio Eleitoral, mas a diferença entre os dois candidatos é inferior a 0,5%, o que obriga a uma recontagem dos cerca de 5 milhões de votos registados. A outra possibilidade era fazer a recontagem com a ajuda de ‘scanners’ de alta velocidade, mas o método manual é mais fiável, embora demorado.

É pouco provável que a recontagem venha a alterar significativamente os resultados, tanto na Geórgia como a nível nacional. Desde 2000, apenas três recontagens estaduais alteraram os resultados finais e, em todas, os candidatos estavam à partida separados por menos de 300 votos. Neste caso, a vantagem de Biden é de cerca de 14 mil votos. n *com agências

Biden diz que nada vai parar a transição

Joe Biden garantiu esta quarta-feira que “nada vai parar a transição”, apesar da recusa da Administração Trump em reconhecê-lo como vencedor. Sem ser certificado como presidente-eleito, Biden não pode usar gabinetes nem fundos governamentais para preparar a transição.

Denunciante de fraude retira acusação

O estado da Geórgia, onde Joe Biden lidera a contagem por cerca de 14 mil votos, anunciou esta quarta-feira que vai recontar todos os votos à mão, o que poderá arrastar o processo até quase ao final do mês, atrasando a certificação oficial da vitória de Joe Biden nas Presidenciais.

“Com uma margem tão pequena [entre os dois candidatos], teremos de levar a cabo uma recontagem completa dos votos, à mão, em cada um dos condados. Isto ajudará a criar confiança no resultado final. Será, ao mesmo tempo, uma recontagem e uma auditoria”, anunciou o secretário de Estado da Geórgia, Brad Raffensperger. Biden foi declarado o vencedor naquele estado, que vale 16 votos no Colégio Eleitoral, mas a diferença entre os dois candidatos é inferior a 0,5%, o que obriga a uma recontagem dos cerca de 5 milhões de votos registados. A outra possibilidade era fazer a recontagem com a ajuda de ‘scanners’ de alta velocidade, mas o método manual é mais fiável, embora demorado.

É pouco provável que a recontagem venha a alterar significativamente os resultados, tanto na Geórgia como a nível nacional. Desde 2000, apenas três recontagens estaduais alteraram os resultados finais e, em todas, os candidatos estavam à partida separados por menos de 300 votos. Neste caso, a vantagem de Biden é de cerca de 14 mil votos. n *com agências

Biden diz que nada vai parar a transição

Joe Biden garantiu esta quarta-feira que “nada vai parar a transição”, apesar da recusa da Administração Trump em reconhecê-lo como vencedor. Sem ser certificado como presidente-eleito, Biden não pode usar gabinetes nem fundos governamentais para preparar a transição.

Denunciante de fraude retira acusação

A campanha de Trump lançou uma ação judicial para travar a certificação dos resultados na Pensilvânia depois de um funcionário dos Correios, Richard Hopkins, denunciar que ouviu colegas a discutir a possibilidade de alterar a data dos votos chegados depois do prazo. No entanto, ao ser interrogado pelos inspetores do Serviço Postal, retirou a acusação. Republicanos dizem que foi coagido e Hopkins garantiu depois que mantém tudo o que disse.

PORMENORES

1 milhão por prova de fraude

O vice-governador republicano do Texas, Dan Patrick, ofereceu esta quarta-feira um milhão de dólares (cerca de 850 mil euros) a qualquer pessoas que apresentar provas concretas de fraude eleitoral que levem a detenções. A recompensa será paga com fundos da sua campanha.

Donald Trump foi esta quarta-feira oficialmente confirmado como vencedor no Alasca com 57% dos votos, muito embora os três votos daquele estado no Colégio Eleitoral não façam diferença no resultado final.

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