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Sete detidos em fábrica ilegal de produtos transformados em Moçambique

Unidade ilegal estava instalada na capital moçambicana, na qual eram produzidas salsichas e hambúrgueres.

12 de setembro de 2025 às 18:17

As autoridades moçambicanas desmantelaram, na cidade de Maputo, uma fábrica clandestina que se dedicava à produção de produtos transformados a partir de carne de origem desconhecida, e detiveram sete pessoas.

Segundo o porta-voz do Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic) na cidade de Maputo, João Adriano, a unidade ilegal estava instalada no bairro Georg Demitrov, na capital moçambicana, na qual eram produzidos produtos transformados, nomeadamente salsichas e hambúrgueres, sendo usadas carnes de animais não identificadas no processo.

"Esta fabriqueta operava ilegalmente há cerca de um mês naquele espaço", disse, porta-voz João Adriano, em conferência de imprensa, em Maputo.

Entre os sete detidos pelo "crime de alteração de género", encontra-se uma cidadã de nacionalidade congolesa que, segundo as autoridades moçambicanas, era a proprietária da fábrica clandestina e que supostamente teria contratado seis moçambicanos para integrarem a equipa.

O porta-voz do Sernic em Maputo adiantou também que a produção destas comidas ocorria durante a noite, sendo que no local a polícia encontrou "grandes quantidades de produtos prontos para comercialização", guardados em congeladores.

"Estamos aqui perante um caso de crime contra a saúde pública (...) de alteração de géneros alimentícios destinados ao consumo público", disse João Adriano, apontando ainda para a falta de condições de higiene no referido espaço e nos equipamentos usados nos processos de produção.

A polícia moçambicana está a investigar para identificar as mercearias e comerciantes que compravam os produtos que eram produzidos na referida fábrica.

"A vítima, diríamos, é a sociedade no geral, porque estes produtos eram distribuídos em algumas mercearias, tudo indica que existia algum vínculo entre esta entidade que produzia e algumas mercearias", concluiu o porta-voz.

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