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Correio da Manhã

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Pelo menos 70 pessoas morreram em novo ataque químico na Síria

Rússia nega ataque químico e americanos exigem fim do apoio russo a Al Assad.
Lusa 8 de Abril de 2018 às 08:05
Vítimas de bombardeamento em Douma, na Síria assistidas num hospital
Vítimas de bombardeamento em Douma, na Síria assistidas num hospital
Vítimas de bombardeamento em Douma, na Síria assistidas num hospital
Vítimas de bombardeamento em Douma, na Síria assistidas num hospital
Vítimas de bombardeamento em Douma, na Síria assistidas num hospital
Vítimas de bombardeamento em Douma, na Síria assistidas num hospital
Vítimas de bombardeamento em Douma, na Síria assistidas num hospital
Vítimas de bombardeamento em Douma, na Síria assistidas num hospital
Vítimas de bombardeamento em Douma, na Síria assistidas num hospital
Vítimas de bombardeamento em Douma, na Síria assistidas num hospital
Vítimas de bombardeamento em Douma, na Síria assistidas num hospital
Vítimas de bombardeamento em Douma, na Síria assistidas num hospital

Um ataque com armas químicas que terá sido executado pele exército sírio fez pelo menos 70 mortos na cidade de Douma, nos arredores de Damasco, no último sábado. Os números são avançados pela organização Capacetes Brancos, que presta assistência às vítimas do conflito. Entre as baixas civis estarão várias crianças.




Douma é um dos últimos bastiões de resistência contra o regime de Al Assad e tem sido intensamente fustigada por bombardeamentos nas últimas semanas.

A televisão estatal anuncia este domingo que o grupo Jaish al-Islam pediu para entrar em negociações com o governo sírio para acabar com o conflito.

Rússia nega ataque
A Rússia negou este domingo "veementemente" que tenha ocorrido um ataque químico em Douma. Moscovo, que apoia o regimr de Bashar Al Assad, defende que foi um ataque convencional e justificado contra forças rebeldes.

"Nós negamos veementemente essa informação", disse o general Yuri Yevtushenko, chefe do departamento russo que está em negociações sobre o conflito na Síria, citado por agências noticiosas russas.

O responsável acrescentou que, "assim que Douma for libertada", a Rússia enviará para o local "especialistas em armas nucleares, químicas e biológicas para recolherem dados que confirmem que as acusações [dos Estados Unidos] são falsas".


Estados Unidos exigem fim do apoio russo 
Os Estados Unidos denunciaram este domingo a "proteção incondicional" da Rússia ao regime do presidente sírio, Bashar al-Assad, e exigiram o "fim imediato" deste apoio, após um ataque químico contra a cidade de Douma que provocou dezenas de mortos.

Em comunicado, a porta-voz do departamento de Estado norte-americano, Heather Nauert, vinca que a Rússia "violou os compromissos" que tem para com as Nações Unidas e "atraiçoou" a convenção sobre as armas químicas ao "proteger incondicionalmente" Bashar al-Assad.

"A proteção do regime de Assad por parte da Rússia e a sua incapacidade para impedir o uso de armas químicas na Síria está a levantar dúvidas sobre o seu compromisso em responder à crise global e às necessidades de não-proliferação", acrescenta a responsável.

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