Passou 52 anos da sua vida em Tânger (onde morreu, em 1999), o seu paraíso pessoal e o palco do seu isolamento, que visitou pela primeira vez nos anos 30. Conhecemos sobretudo ‘O Céu que nos Protege’ (‘Um Chá no Deserto’, versão do filme de Bertolucci) e o fotógrafo português Daniel Blaufuks foi uma das suas visitas (de que resultou belíssimo material, cheio de poesia e penumbras).
Entre os livros publicados entre nós estão ‘Deixa a Chuva Cair’, ‘Muito Longe de Casa’, ‘Por Cima do Mundo’ ou uma antologia da sua poesia, traduzida por José Agostinho Baptista. Viajante, músico, escritor, mago solitário, Bowles recorda--nos que o mundo não é um limite aceitável.
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