Evidentemente, o nosso miguelismo não é actual nem parece ser real. Faz parte de uma lembrança que pede para ser recordada de cada vez que passa o Verão e a família se reúne em Ponte de Lima num jantar cheio de parentes educados e quase da minha idade – mas que são os nossos. De resto, só uma grande falta de sentido de oportunidade nos levou a manter o retrato do Senhor D. Miguel até hoje, sob o olhar divertido, respeitoso, irreverente, comovido e derrotado de várias gerações de Homem, incluindo os que votam à esquerda.
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A minha sobrinha Maria Luísa, a eleitora esquerdista da família, é uma das aristocratas do lugar.
"Às vezes pede para mudar de canal, mas é o mesmo em todos”
Estávamos, todos, a precisar daquela beleza num país zangado consigo mesmo.
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
A olhar o nevoeiro entre as agulhas dos pinhais.
A mesma Pátria chorosa volta a não ler o escritor tão amado que durante dois dias foi o mais folheado dos seres humanos
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