A meio da época passada os adeptos do Sporting passaram provavelmente pela experiência mais traumática desde a invasão a Alcochete: Rúben Amorim dava o dito por não dito e resolvia emigrar para Manchester quando ainda havia tanto para conquistar em Alvalade. Perante o cenário, Frederico Varandas foi mais ou menos obrigado a deixar sair o treinador e isto quando já sabia que ia perder Hugo Viana, curiosamente para a mesma cidade ainda que não o emblema. Um ano depois, o Sporting sagrou-se bicampeão, ganhou a Taça de Portugal e acaba de realizar um feito em que poucos acreditariam: qualificou-se nos oito primeiro da Liga dos Campeões, a par de cinco equipas inglesas, uma alemã e uma espanhola. Nada mau.
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Varandas, Viana e Palmeiro estão de parabéns e provavelmente até Rui Borges.
Há mais do que um plano a perceber no regresso do português à Luz.
Esta é já a grande decisão que Rui Costa tem de tomar até final da época.
Benfica e Sporting estão muito longe de um bom momento de forma.
Não esperemos demasiado de mais um novo (velho) ano.
Os acertos que os três grandes fizerem podem ter influência no que sobra de liga.
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