Faço parte do grupo de pessoas que acredita que a história não se vota. Mais, não é entregue a uma assembleia geral sem qualquer preparação científica, que não estudou os pareceres que demoraram quatro anos a ficar concluídos e que foram totalmente desprezados na hora da decisão. O que nos foi dado e temos de viver a partir de agora é a verdade a que temos direito. A verdade imposta pelo poder instituído, demasiado laxista para tomar uma posição assente num dos estudos encomendados (e bem) pela Federação Portuguesa de Futebol. Se todas as mudanças na sociedade portuguesa fossem movidas com este entusiasmo ainda vivíamos num regime esclavagista.
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