A relação entre Donald Trump e Gianni Infantino atingiu um ponto de absurdo que já não ameaça apenas a credibilidade da FIFA — ameaça o próprio Mundial. Trump, que há meses recebia um “Prémio da Paz” feito à medida por Infantino, surge agora a insinuar riscos fatais para a seleção iraniana caso se atreva a marcar presença no torneio. É um gesto de uma gravidade diplomática sem precedentes no futebol, vindo do líder de um país anfitrião, e revela uma instrumentalização política do nosso amado desporto que ultrapassa todas as linhas vermelhas.
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