A FIFA decidiu pôr travão ao anti-jogo. À boleia do Mundial anunciou um pacote de medidas que promete mais bola e menos teatro. Em teoria, a ideia é impecável. Na prática, exigirá coragem, critério e boa comunicação. O relógio passa a mandar: dez segundos para sair numa substituição ou a equipa joga um minuto com menos um. Cinco segundos para lançar ou bater o pontapé de baliza, sob pena de entregar a bola ao adversário. Quem for assistido em campo sai durante um minuto, excepto se a pancada tiver dado cartão. E também o VAR mexe. Pode rever segundos amarelos que dão vermelho e até cantos mal assinalados. Ah, só o capitão fala com o árbitro. Quem o cercar, vê amarelo. O alvo é claro, cortar manhas e devolver ritmo ao jogo. Quero ver isto aplicado...
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O futebol está a evoluir rapidamente. Pode ser bom, mas também tem riscos.
Uma ode à brilhante performance das equipas portuguesas na UEFA.
Trump e Infantino fazem do Mundial do desporto rei uma caricatura do que deveria ser.
A valorização da liga portuguesa passará por algo que parece simples: melhor futebol.
Caso Prestianni deixou uma nódoa que é preciso combater a sério... e já!
Batalha campal em Alvalade é mais um sinal grave da degradação da situação.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos