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Artigo exclusivo

Apoio urgente do Governo responde a metade dos prejuízos provocados pelo mau tempo

Faz hoje dois meses que a tempestade ‘Kristin’ destruiu parte do País, e há centenas de famílias e de empresas que aguardam apoios para a reconstrução.

28 de março de 2026 às 01:30

Dois meses após a tempestade ‘Kristin’ ter atingido o País, num comboio de tempestades que causou 19 mortos, centenas de feridos e desalojados e a destruição de casas, empresas, infraestruturas e campos agrícolas, há famílias e empresários a queixarem-se que os apoios tardam em chegar. Para acompanhar o processo de ajuda às populações foi nomeado como coordenador da Estrutura de Missão para a Reconstrução da Região Centro o antigo autarca do Fundão Paulo Fernandes, que admitiu prejuízos na ordem dos seis mil milhões de euros. Face ao valor apurado, o Governo avançou, por agora, com medidas excecionais e urgentes que atingem pouco mais de metade desse valor, ou seja, 3,5 mil milhões. A verba reparte-se por ajudas diretas, moratórias e linhas de crédito. Entre as principais medidas para fazer face aos estragos estão apoios à reconstrução de habitação própria, à agricultura e à floresta até dez mil euros.

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