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Mulher é agredida e atirada para um rio com mãos e pés atados no Brasil. Lutou pela vida e sobreviveu

Patrulha da Polícia Militar encontrou a mulher em estado de choque numa estrada.

03 de julho de 2026 às 17:02

Uma mulher foi atirada de madrugada de uma ponte para dentro do Rio Uberaba, em Veríssimo, no estado brasileiro de Minas Gerais, com os pés e as mãos amarradas, mas lutou desesperadamente pela vida e conseguiu sobreviver. Ela foi encontrada no dia seguinte em estado de choque numa estrada por uma patrulha da Polícia Militar que ia a caminho de um acidente de trânsito.

Os agentes encontraram a mulher descalça, com as roupas rasgadas e encharcadas e um pedaço de pano enrolado ao pescoço. Ela chorava muito e, só algum tempo depois, após ser cuidada e acalmar-se, conseguiu pormenorizar o que lhe tinha acontecido.

No relato à polícia, a vítima contou que trabalhava numa casa noturna na cidade vizinha, Conceição das Alagoas, onde aconteceu uma confusão depois de ter desaparecido uma determinada quantia de dinheiro. Acusada de ter furtado o dinheiro, a mulher foi mantida à força no local até à chegada de quatro homens, chamados pelo dono do estabelecimento.

Ainda de acordo com a narrativa da vítima, os quatro desconhecidos espancaram-na demoradamente, dando-lhe murros e chutos e golpeando-a com um objeto que não conseguiu descrever, até desmaiar. Quando acordou, continuou a ser agredida e, em seguida, foi arrancada à força do local, colocada no porta-bagagens de um carro e levada até à ponte sobre o rio, já no município de Veríssimo.

Ela foi amordaçada, teve um pedaço de pano amarrado vigorosamente ao pescoço e foi lançada para dentro do caudaloso rio com mãos e pés igualmente amarrados. A vítima não sabe explicar como, mas ao cair nas águas do Rio Uberaba começou a debater-se, lutando desesperadamente pela vida, até conseguir soltar as mãos e nadar até uma das margens.

Com receio de que os seus algozes percebessem que tinha conseguido sair viva do rio, a vítima escondeu-se na mata e ficou lá imóvel até de manhã, quando foi encontrada pela polícia. Um dos agressores já foi identificado e preso, e a Polícia Militar continua à caça dos outros quatro, enquanto apura todos os factos.

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