Os casos de violência não devem ser associados como se se tratasse apenas de um; o da Figueira da Foz não tem nada a ver com o de Salvaterra. Num, um grupo de adolescentes a precisar de denúncia e de castigo apropriado entrega-se à patifaria de humilhar um semelhante; o segundo é um caso de crime (virá agora a discussão sobre a "moldura penal") onde o mal leva ao homicídio.
Os psicólogos e educadores modernos não acreditam na existência do mal e pretendem combatê-lo com compreensão e contratação de mais psicólogos para acomodar vítimas e apaparicar algozes. A verdade é que "a sociedade" está mais violenta e o mal anda à solta: na linguagem dos políticos, nos comentários dos jornais online, naquela coisa chamada Facebook, nos debates da TV. Mas o mundo não acabou; está cheio destes desequilíbrios fatais.
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