O principal argumento é o de que ‘Selma’ não foi nomeado para Óscares bastantes (o de Melhor Filme não basta) e que a Academia é misógina e racista. Hoje em dia, na América sobretudo, não interessa o valor dos livros, dos filmes, da música ou do jornalismo – interessa, antes, saber se eles se prestam ao marketing político e às causas da moda.
Isto acontece nos "estudos culturais" das universidades, tanto como em qualquer outro ambiente onde o ressentimento assentou como um negócio. A Academia, hoje presidida por uma mulher negra, nunca nomeou Hitchcock. Mas nesta matéria não interessam argumentos racionais.
Quanto mais imbecis e histéricos melhor.
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Citação do dia
"A Europa já foi um espaço e uma promessa de prosperidade. Está a deixar de o ser"
Luciano Amaral, ontem, no CM
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Sugestão do dia
O sequestro e a morte de um escritor são o tema do novo livro de Robert Galbraith (pseudónimo de J.K. Rowling, criadora de Harry Potter), ‘O Bicho-da-Seda’, com o detetive Cormoran Strike (edição da Presença).
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