O grande dia do futebol era o domingo. O caso é que hoje é sábado. Os jogos ganham- -se com mais um golo do que o adversário. O caso é que ainda só empatámos. Poderia falar do exemplo italiano, evidentemente: uns chatíssimos empatas na fase de grupos de 1982, vitoriosos até ao fim. Para isso é preciso predisposição, teimosia, resistência física e mau feitio. Além de instinto assassino (encarar o jogo de frente), daquele que eu vi nos croatas diante da Espanha – sinceramente, o jogo de hoje é o mais difícil de todos e não basta combatê-lo com fé e patriotismo. A Seleção já fez o pior que nos podia ter oferecido: uns jogos periclitantes e euforia escusada. Hoje, Santos e a rapaziada só podem fazer melhor. Ou isso, ou um Brexit amargo e voltar para a creche.
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