Passei uma tarde e uma noite a aprender como se movem as peças do Go, um jogo chinês de tabuleiro (pronuncia-se ‘weichi’; ‘go’ é o nome japonês) com mais de 2500 anos; não há xeque-mate, como no xadrez – a ideia é apropriar-se do tabuleiro. Em 2028, no livro ‘As Superpotências da Inteligência Artificial’ (Relógio d’Água), Kai Fu Lee diz que o ‘momento Sputnik’ da China (analogia com a decisão americana de, diante do lançamento do satélite soviético, entrar na corrida ao espaço) foi a derrota do campeão mundial de Go, o chinês Ke Jie, pelo computador da Google, em maio de 2017. A China pode ganhar. Ontem, um robô chinês da Honor (uma marca de telemóveis) bateu o recorde mundial da meia-maratona, do ugandês Jacob Kiplimo (57 minutos), por sete minutos. O falcão e a águia-real batem os 300 km/h no ar; a chita pode chegar aos 120 km/h na terra. Que uma máquina humanóide bata Kiplimo tem outra dimensão; a IA deixa de ser apenas generativa e passa a ter duas pernas, como na Guerra das Estrelas. O cérebro é um pormenor.
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