No 'começo da internet', como no apogeu da cultura televisiva, ninguém – a não ser conservadores contumazes, ou gente sem apego às maravilhas do mundo moderno, que nem telemóvel tinham no bolso das calças – se atrevia a pôr em causa as vantagens dos novos tempos. Elas são enormes e inegáveis, indispensáveis ao nosso modo de vida atual. Mas hoje, que é o Dia Mundial do Livro, convém perguntarmo-nos se perdemos ou não alguma coisa com essas 'vantagens dos novos tempos'. Como nos explicam os 'especialistas em comunicação' e os académicos de universidades de vanguarda, nasceram 'outras formas de leitura' e de conhecimento que hão de destronar o livro como o conhecemos até agora. Há um denominador comum a uni-las: o desprezo a que votam o livro e a leitura aprofundada. Nada que incomode os profetas. Nas 'redes sociais' toda a gente lê muitos livros; é enjoativo. Procuram neles não um confronto – mas uma confirmação. Não o silêncio de um amor – mas o reconhecimento em público. Seja como for, desarrumem lá as bibliotecas.
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