Carlos Anjos
Presidente da Comissão de Proteção de Vítimas de CrimesSegundo o CM, uma médica de Benavente teria montado um esquema com a emissão de atestados médicos falsos, para viabilizar reformas por invalidez. A referida médica cobraria cerca de mil euros para viabilizar processos de reforma por invalidez, tendo emitido centenas destes atestados, Só numa única empresa, a Carris, terá ajudado a que mais de duas dezenas de trabalhadores se reformassem por invalidez. Foi este elevado numero de reformas, assente em atestados passados pela mesma médica que levou a empresa a desconfiar e a participar o caso às autoridades competentes. Para além da PJ, também a IGAS e a Ordem dos Médicos estão já a investigar a médica em causa. Existe uma dúvida que me assiste; será que na Caixa Geral de Aposentações ou na Segurança Social, nas respetivas Juntas Médicas, não houve sinais de alarme, como existiram na Carris, por verem dezenas e dezena de portugueses cheios de maleitas impeditivas de continuarem a trabalhar e de essas doenças serem sempre justificadas por atestados da mesma médica? Da mesma forma, ninguém pensou ou desconfiou do que estaria a levar centenas de portugueses a Santo Estevão – Benavente, em busca do passaporte para a reforma? Não consigo compreender tanta distração. A médica e os seus inválidos devem ser responsabilizados, tal como os distraídos.
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A médica e os seus inválidos devem ser responsabilizados, tal como os distraídos.
O sucesso deste pedido é difícil no caso de Mariana Fonseca.
Tendência de agravamento contínuo desde o período pós-confinamento.
Só havia uma medida de coação que o podia parar: a prisão preventiva.
Nesta área não há milagres. Podemos mesmo nunca saber qual a causa da morte.
Maioria dos crimes violentos ligados ao tráfico de drogas.
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