Quando o sentimento mata
O ser humano mata, essencialmente, por dinheiro e sentimentos.
Carlos Anjos
Presidente da Comissão de Proteção de Vítimas de CrimesO ser humano mata, essencialmente, por dinheiro e sentimentos.
Subida na hierarquia do grupo mede-se pelos crimes cometidos.
O único foco deve ser investigar, descobrir a verdade e combater o crime.
Tem de atuar depressa para evitar um sentimento de insegurança.
Dois casos graves no espaço de uma semana, em Algés e em Braga.
PJ chamada duas horas depois. O Diabo está sempre nos pormenores.
Instala-se a dúvida sobre a igualdade de oportunidades.
Afinal, até no mundo do crime parece haver quem tenha carinho especial pelo primeiro mandamento.
O combate tem de acompanhar a mobilidade e a sofisticação das redes de crime.
Constitui uma das formas graves de maus-tratos infantis.
É um ato canalha e cobarde que afronta valores.
Deverão todos – médicos e pseudo reformados - objeto de responsabilização criminal.
Apesar do esforço há situações imprevisíveis.
Não correu bem o caso Mónica Silva.
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