Afirmar que a segunda volta da eleição presidencial é um confronto entre socialistas e não socialistas, entre esquerda e direita, só serve os interesses de oportunistas políticos e ignorantes da história, que apagam propositadamente o enorme espaço comum entre o socialismo democrático, a democracia cristã, os liberais e os conservadores europeus - os democratas que reconstruíram a Europa democrática e social depois da destruição provocada pela extrema direita autoritária na Segunda Guerra.
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Seguro avançou sozinho e afirmou a sua independência partidária e política.
Foram mais de 25 anos de negociações e impasses.
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O facto de ser esperada não significa que seja legítima [a intervenção].
Chega trocou o apoio por tachos e tachinhos.
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