O Instituto Nacional de Estatísticas (INE) divulgou na passada quinta-feira um superavit de 0,7% do PIB nas contas de 2025. A satisfação do Ministro das Finanças com o saldo orçamental é a preocupação do Ministro da Economia, das famílias e das empresas com as razões desse resultado. No mesmo relatório, o INE revela um crescimento económico medíocre - o pior dos últimos 10 anos, com excepção de 2020 (ano da recessão mundial provocada pela COVID) e demonstra que os bons resultados financeiros decorrem do aumento da carga fiscal e do abrandamento do ritmo do investimento público. Os números do INE não deixam dúvidas. Em 2025, a carga fiscal cresceu mais do que a riqueza e atingiu o valor mais alto dos últimos 15 anos, com excepção de 2022, por força da inflação provocada pela guerra da Ucrânia e pela “ressaca” da pandemia. O Governo pode dizer o que quiser, mas os dados económicos divulgados pelo INE falam por si. Desde que a AD chegou ao poder a economia cresce menos em cada ano e os portugueses pagam mais impostos do que nunca. É caso para atualizar as palavras antigas mas premonitórias do Primeiro-Ministro: as contas do Estado estão melhores, os portugueses é que não!
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