A rutura das urgências médicas no verão era previsível. Ainda assim não se notou nenhuma tentativa do Governo para implementar um qualquer plano de contingência que minimizasse os impactos negativos dos encerramentos. Deixada ao deus-dará, a situação está pior do que se poderia imaginar e o número de urgências de ginecologia e obstetrícia encerradas no princípio do mês de agosto aumentou 40% em relação a semelhante período do ano passado. A situação complica-se de dia para dia e ontem um jornal diário da região de Coimbra fazia manchete com a fila de espera de 36 ambulâncias à porta dos Hospitais da Universidade de Coimbra.
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