A resposta aos temporais deste mês requer um enorme esforço de mobilização e unidade nacional. Em primeiro lugar, para responder às necessidades imediatas das populações; depois, para acudir às famílias a quem bateram à porta a morte, a doença, a perda de bens e de ganha pão; por outro lado, para ajudar a reconstrução e compensar as quebras de produção das empresas afetadas, de modo a que não se percam empregos; por fim, para garantir que a reconstrução de infraestruturas se faz rapidamente e de acordo com elevados critérios urbanísticos e ambientais, cujo desrespeito está na origem de uma parte importante das desgraças e prejuízos que agora sofremos.
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