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Buscas por casal de idosos de Soure desaparecido há uma semana reforçadas com drones

Meios empregues na busca pelo casal têm sido ajustados diariamente.

17 de fevereiro de 2026 às 11:36
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Buscas por casal de idosos de Montemor-o-Velho desparecido há uma semana reforçadas com drones

As buscas para encontrar o casal de idosos do concelho de Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra, que está desaparecido desde terça-feira, foram retomadas na manhã de terça-feira com mais meios e o recurso a drones.

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Soure, João Paulo Contente, disse à agência Lusa que as buscas contam com 12 operacionais e quatro viaturas da corporação, mais seis militares e três viaturas da GNR, com dois drones de apoio.

A operação estende-se pela freguesia de Vinha da Rainha, a oeste do concelho, numa zona que abrange os campos agrícolas de arroz do Vale do Pranto.

O casal, de 68 e 65 anos, residente em Verride, concelho de Montemor-o-Velho, saiu de casa na terça-feira e não regressou, o que motivou o alerta de familiares pelas 19:45 de sexta-feira.

As buscas foram iniciadas ainda na sexta-feira e retomadas no sábado de manhã com quatro militares da GNR e cinco operacionais dos Bombeiros Voluntários de Soure, com o apoio de duas viaturas.

No domingo, as buscas decorreram com 13 militares da GNR e 18 bombeiros, também com o auxílio de drones, "na zona de residência e nos trajetos que podiam ter feito".

Os meios foram reduzidos na segunda-feira e contaram apenas com cinco operacionais da corporação e dois veículos, enquanto a GNR confirmou duas patrulhas, com quatro elementos, quando não existissem outras ocorrências, sem utilização de drones.

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Soure salientou que as buscas são dificultadas pela existência "de muita água" no vale do Pranto.

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.

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