Quando o Arcebispo de Cracóvia, Karol Wojtyla, foi eleito Papa no ano de 1978 iniciou-se um caminho imparável que levou em poucos anos à queda do Muro de Berlim e ao fim do comunismo na Polónia e no Leste da Europa. Tenha-se ou não fé em Deus e na Igreja, goste-se mais ou menos de João Paulo II e do seu legado não é possível ignorar o significado político e as consequências históricas da escolha de um Cardeal Polaco para chefiar a Igreja Católica em plena Guerra Fria. Também à escolha do Papa Francisco é preciso atribuir significado político: argentino, o primeiro Papa não europeu, filho de uma Igreja próxima dos pobres, dos oprimidos, dos excluídos. As suas palavras e as suas ações em defesa desses pobres, desses oprimidos e desses excluídos também não serão desprovidas de sentido.
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