Olhamos para a economia portuguesa e, ainda que tenha abrandado face aos últimos anos do Governo Costa, continua a crescer. Ouvimos os empresários e as suas queixas dirigem-se sobretudo à morosidade da justiça, à burocracia e aos impostos. Lemos as análises macroeconómicas e ficamos a saber que os baixos salários continuam a ser o grande entrave ao desenvolvimento do país. Porque faz então o Governo uma reforma centrada na facilitação dos despedimentos, na eternização dos contratos a prazo e na redução do valor pago pelo trabalho extraordinário? Um conjunto de medidas que tira rendimento aos trabalhadores, torna impossível contrair um empréstimo bancário e retira segurança para formar uma família e criar filhos.
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Seguro avançou sozinho e afirmou a sua independência partidária e política.
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