Colocar a Saúde no centro da agenda presidencial é um gesto relevante. A incapacidade de reter talento no SNS e de garantir cuidados a tempo e a horas mostram que o sistema não aguenta mais pensos rápidos e falta de compromissos amplos que mobilizem todos.
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Priorizar a Saúde exige mais do que intenções.
A primeira vítima de uma guerra é sempre a dignidade humana.
Um novo hospital é uma decisão estratégica e um imperativo ético e social.
A prescrição é um ato médico, fundado na competência técnica e na responsabilidade individual de cada médico.
A Saúde tem oscilado ao sabor dos ciclos eleitorais.
Cada tempestade que chega deixa um aviso sério. Temos de estar em prontidão permanente.
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