Pacto
A Saúde tem oscilado ao sabor dos ciclos eleitorais.
A Saúde tem oscilado ao sabor dos ciclos eleitorais.
Cada tempestade que chega deixa um aviso sério. Temos de estar em prontidão permanente.
Perante a urgência e a emergência, o Estado não pode improvisar, tem de se preparar.
A improvisação permanente tem custos humanos e financeiros.
Quando tudo falha, improvisamos e isso não pode ser o dia-a-dia de um sistema de saúde.
Quanto tempo pode um país viver em modo de espera antes de perceber que a espera, por si só, também é uma escolha política?
Em 2026, inovar não será apenas instalar ferramentas, mas garantir que reforçam, e nunca substituem, a relação de confiança entre médico e doente.
As lições de 2025 são inequívocas e exigem ação firme.
Valorizar os médicos é, acima de tudo, proteger a sociedade.
Sistemas de saúde frágeis custam vidas e ampliam desigualdades.
Ter um SNS à altura da generosidade da nova geração de médicos.
Cada um tem o seu papel e o do médico é insubstituível.
Metade dos casos são pouco ou nada urgentes.
A saúde não se mede em volumes de produção, mas em resultados.
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