O SNS continua falhar onde menos devia: na desorganização, na ineficiência e na ausência de mecanismos de controlo.
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Reformar o SNS exige escolhas difíceis, mas nunca à custa dos doentes.
A saúde tornou-se um bem condicionado pelo rendimento.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Dar sangue não é apenas um gesto generoso. É um dever de humanidade.
É necessário liderar, planear e atuar antes que surjam mais perdas que só fragilizam o SNS.
Priorizar a Saúde exige mais do que intenções.
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