Planeamento
Quantos recém-especialistas já tomaram outras opções que não o SNS?
Carlos Cortes
Bastonário da Ordem dos MédicosQuantos recém-especialistas já tomaram outras opções que não o SNS?
A centralidade do doente não se proclama, mas mede-se em resultados concretos.
Proteger quem cuida é afirmar, sem hesitações, que a violência não tem lugar no SNS.
As alterações climáticas potenciam infeções, agravam doenças respiratórias e colocam milhões em risco.
Reformar o SNS exige escolhas difíceis, mas nunca à custa dos doentes.
A saúde tornou-se um bem condicionado pelo rendimento.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Dar sangue não é apenas um gesto generoso. É um dever de humanidade.
É necessário liderar, planear e atuar antes que surjam mais perdas que só fragilizam o SNS.
Priorizar a Saúde exige mais do que intenções.
A primeira vítima de uma guerra é sempre a dignidade humana.
Um novo hospital é uma decisão estratégica e um imperativo ético e social.
A prescrição é um ato médico, fundado na competência técnica e na responsabilidade individual de cada médico.
A Saúde tem oscilado ao sabor dos ciclos eleitorais.
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