A proposta apresentada pelo Presidente da República recém-eleito de um Pacto para a Saúde deve ser compreendida, antes de mais, como um esforço para devolver estabilidade a uma área que toca a vida de todos. Quando alguém aguarda meses por uma consulta, quando as urgências estão permanentemente sobrelotadas, quando um idoso continua sem médico de família, o problema não é ideológico. É estrutural. E quem paga por isso é uma pessoa concreta, com nome, rosto e angústia.
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