Correio da Manhã
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JornalistaA16 cortada no sentido Sintra-Cascais após queda de placar publicitário
A Autoestrada 16 (A16) está cortada desde as 23h15 de sexta-feira no sentido Sintra-Cascais na zona de Alcabideche após a queda de um placar publicitário na via, adiantou à Lusa fonte da Proteção Civil.
O alerta para a ocorrência foi dado pelas 21h40 de sexta-feira.
Pelas 23h15, o trânsito foi cortado para serem realizados os trabalhos de remoção do placar publicitário que caiu para a via, indicou à Lusa fonte do Comando Sub-regional da Grande Lisboa.
Forças armadas resgatam raposa do mau tempo em Montemor-o-Velho
Força Aérea reforçou meios para evacuação e Marinha mantém 47 botes em prontidão
A Força Aérea reforçou na madrugada o dispositivo de alerta de oito para 14 aeronaves disponíveis, para a possibilidade de evacuações em Coimbra, enquanto a Marinha teve no terreno mais de 540 operacionais.
"Tratou-se do maior número de meios aéreos disponíveis desde o início das operações", frisou este ramo das Forças Armadas em comunicado.
A presidente da Câmara de Coimbra, Ana Abrunhosa, afirmou ao final da tarde que o "risco maior" de cheia desapareceu, face às previsões da ocorrência de uma cheia de grandes dimensões que poderia afetar toda a zona ribeirinha do centro urbano de Coimbra.
Apoio de 10 mil euros para casas com 34 mil candidaturas no Centro, Lisboa e Vale do Tejo
O responsável pela Estrutura de Missão para a Recuperação das Zonas Afetadas revelou que foram realizadas 34 mil candidaturas ao apoio de 10 mil euros para a reconstrução de casas no Centro, Lisboa e Vale do Tejo.
De acordo com Paulo Fernandes, nas duas principais comissões de coordenação e desenvolvimento regional - Centro e Lisboa e Vale do Tejo - deram entrada 9 mil candidaturas.
"Mais de 6 mil no caso na CCDR do Centro e cerca de 3 mil no caso da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo. E temos mais de 25 mil pré-inscritas, ou seja, já estamos a falar de um universo de 34 mil candidaturas", indicou.
O Conselho Intermunicipal da CIM Região de Leiria, reuniu ao final do dia em Pombal, com a presença do coordenador da Estrutura de Missão, tendo como ponto central da agenda o debate sobre a situação de calamidade na região.
Depois do período da ordem do dia da reunião, Paulo Fernandes informou que foram também acionadas 66 mil apólices de seguros.
"Conseguimos que muitas das seguradoras utilizassem o método do adiantamento por estimativa e não com o fechar de milhares e milhares de processos, porque são 66 mil apólices que já foram acionadas", acrescentou.
Dessas 66 mil apólices acionadas, "cerca de 8 mil são de empresas" e as restantes de habitações de particulares.
Mafra pede para concelho see englobado na situação de calamidade
A Câmara de Mafra pediu ao Governo para o concelho ser englobado na situação de calamidade, na sequência dos impactos do mau tempo, que provocou prejuízos estimados em oito milhões de euros no município, revelou a autarquia.
"Estamos perante um conjunto de ocorrências de grande dimensão, com impactos significativos nas nossas vias, equipamentos públicos e habitações. O município não podia ficar indiferente. Por isso, solicitámos ao Governo o alargamento da situação de calamidade ao concelho de Mafra, para garantir que dispomos dos mecanismos adequados para apoiar quem foi afetado", refere o presidente da Câmara, Hugo Moreira Luís, citado numa nota da autarquia.
A declaração de situação de calamidade permite acionar mecanismos legais e administrativos excecionais, viabilizando apoios extraordinários e agilizando os processos de recuperação e reposição da normalidade.
Estrutura de Missão diz que "perímetro do dano não para" na Região de Leiria
O responsável pela Estrutura de Missão para a Recuperação das Zonas Afetadas, Paulo Fernandes, afirmou que se está longe de poder quantificar os prejuízos causados pelo mau tempo, porque "o perímetro do dano não para".
"Esta Estrutura de Missão tem, neste momento, uma enorme dificuldade, que é de facto o perímetro do dano não parar. Ou seja, nós estamos ainda longe de podermos dizer os danos são estes, porque neste momento estamos também com as cheias, com as questões da bacia do Mondego", salientou.
O Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Leiria, reuniu hoje, ao final do dia, em Pombal, com a presença do coordenador da Estrutura de Missão, tendo como ponto central da agenda o debate sobre a situação de calamidade na região.
Após o período da ordem do dia da reunião, Paulo Fernandes falou com os jornalistas, notando que a Estrutura de Missão não tem ainda sequer "aquilo a que se possa chamar a estabilização do próprio dano", para se poderem equacionar outras vertentes.
Cerca de 20 mil pessoas continuam sem eletricidade na Região de Leiria
Cerca de 20 mil pessoas continuam sem energia na região de Leiria, 17 dias depois da passagem da depressão Kristin, revelou o presidente do Conselho Intermunicipal daquela Região, Jorge Vala.
"Passaram 17 dias com cerca de 20 mil pessoas na região [de Leiria] sem energia elétrica, e nós olhamos para trás e lembramos que o apagão foram 12 horas e o país ficou quase em suspenso, para além de ficar também com um problema grave de resolução. E não se aprendeu nada", lamentou Jorge Vala.
À margem de uma reunião do Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Leiria, que decorreu em Pombal, o responsável pontuou que, "se as pessoas ficaram deprimidas com 12 horas sem energia, é fácil perceber que em 17 dias sem energia temos a população agastada, com incompreensões sistemáticas sobre aquilo que é a resposta".
Leiria, Marinha Grande e Pombal são os principais concelhos afetados, com "uma parte muito significativa de toda a estrutura de eletricidade em baixa".
Capitania do Funchal prolonga aviso para mar da Madeira até final da tarde de sábado
A capitania do Porto do Funchal prolongou por mais 12 horas o aviso de agitação marítima para o arquipélago da Madeira, que está agora em vigor até às 18h00 de sábado.
Com base nas previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), as ondas vão ser entre os três e os quatro metros na costa norte, sendo entre um e dois metros na parte sul, apesar de na parte mais oeste possa ser dois a três metros.
A autoridade marítima regional indica que o vento no mar vai soprar "fresco (31 a 39 quilómetros por hora) a muito fresco (40 a 50 quilómetros por hora)".
"Recomenda-se a toda a comunidade marítima e à população em geral para os cuidados a ter, tanto na preparação de uma ida para o mar, como quando estão no mar ou em zonas costeiras", reitera a capitania.
Tejo mantém caudais estabilizados em alta e pior da cheia "já terá passado"
O caudal do rio Tejo mantinha-se ao início da noite estabilizado em valores elevados em Almourol, sendo expectável uma ligeira subida durante a madrugada, mas dentro dos níveis registados nas últimas 48 horas, indicou a Proteção Civil.
Às 19h00, eram registados 5.447 metros cúbicos por segundo (m3/s) no ponto de medição em Almourol, Vila Nova da Barquinha,ligeiramente acima dos 5.286 m3/s medidos às 7h00.
"Aquilo que foi acontecendo ao longo do dia era o expectável, com estabilização em alta dos caudais. Continuamos com as zonas baixas submersas e com cerca de 5.500 m3/s em Almourol", afirmou à Lusa o comandante sub-regional da Proteção Civil do Médio Tejo, no distrito de Santarém, David Lobato.
Segundo David Lobato, é previsível "um pequeno aumento durante a noite", devido à chuva que caiu ao longo do dia e que começa agora a afluir às bacias, mas sem perspetiva de novo pico semelhante ao de 5 de fevereiro, quando o caudal atingiu cerca de 8.600 m3/s.
CIM diz que prejuízos na Região de Leiria devem superar mil milhões de euros
Os prejuízos provocados pelo mau tempo nos dez municípios da Região de Leiria devem ultrapassar os mil milhões de euros, estimou o presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Leiria, Jorge Vala.
"Estamos a fazer o levantamento, temos números que, na nossa opinião, no fim das contas, hão de superar os mil milhões de euros só na Região de Leiria", admitiu.
O Conselho Intermunicipal da CIM da Região de Leiria, reuniu ao final do dia em Pombal, com a presença do coordenador da Estrutura de Missão, Paulo Fernandes, tendo como ponto central da agenda o debate sobre a situação de calamidade na região.
Número de clientes da E-Redes sem energia baixa para 32 mil
O número de clientes da E-Redes sem abastecimento de energia elétrica no continente diminuiu para 32 mil, a maioria nas zonas de maior impacto da depressão Kristin, segundo o mais recente balanço da empresa.
A E-Redes apontou que, na zona mais crítica, estavam até às 17h30 sem energia 22 mil clientes.
No total do continente, eram 32 mil clientes sem energia, devido ao surgimento de novas avarias e situações de inundações, acrescentou.
IL pede ao Governo que declare calamidade em Arruda dos Vinhos e recusa novas comissões
A presidente da IL pediu ao Governo que declare situação de calamidade no concelho de Arruda dos Vinhos e recusou novas comissões parlamentares ou independentes sobre as tempestades por considerar que é preciso "passar do diagnóstico à ação".
"Arruda foi profundamente afetada. Há 28 estradas em que não se consegue circular. Há mais 13 que estão condicionadas. E há aqui um problema que é a indefinição que estas pessoas sentem por conta de não ter sido decretada ainda a situação de calamidade e haver muitas dúvidas sobre como obter os apoios que estão previstos", enfatizou, em declarações aos jornalistas, em Arruda dos Vinhos, no distrito de Lisboa, uma das zonas afetadas pelo mau tempo.
Mariana Leitão falava na estrada do Lapão, que ficou destruída devido à passagem do mau tempo, pediu ao Governo que clarifique as condições em que pessoas e empresas serão apoiadas, pedindo ao executivo "um foco muito grande na reconstrução de Arruda", bem como nas restantes regiões afetadas.
"Deve ser esse o foco. Deve ser uma reconstrução rápida, mas com as garantias de salvaguarda e de segurança necessárias. Porque o país foi profundamente afetado, Arruda foi profundamente afetada, mas agora é preciso pensar no futuro e em como é que reconstruímos estas zonas e o fazemos de forma célere", defendeu.
Questionada sobre a proposta do PSD para a formação de uma comissão parlamentar eventual sobre Prevenção e Combate às Catástrofes Naturais, a líder da IL disse haver já centenas de grupos de trabalho, comissões e relatórios e que "os diagnósticos estão todos feitos".
Câmara da Régua alerta para deslizamentos de terras e pede prevenção
Os vários deslizamentos de terras que se têm verificado em diferentes zonas do concelho da Régua levaram hoje a município a reforçar um pedido de alerta às populações e de adoção de medidas preventivas.
Desde o início do mês de fevereiro, o Posto de Coordenação Municipal já contabilizou 235 ocorrências neste concelho do distrito de Vila Real, a maior parte das quais relacionadas com deslizamentos de terras, derrocadas, quedas de muros ou abatimentos de estradas, com o foco dos operacionais no terreno a estar centrado na desobstrução das vias.
Este Posto de Coordenação tem concentrado toda a informações neste período mais crítico de tempestades e, em comunicado divulgado hoje nas redes sociais, disse que a "persistência de períodos de chuva intensa nos últimos dias tem vindo a causar deslizamentos de terras em várias zonas do concelho" e advertiu que "este fenómeno pode colocar pessoas, habitações e vias rodoviárias em perigo".
Como medidas preventivas, pede à população para que se afaste ao observar fendas novas em paredes, muros, estradas ou terrenos, muros inclinados ou a criar fendas, arvores ou postes inclinados, água barrenta a sair do solo ou da encosta, estradas com ondulações ou abatimentos, movimento de terras, pedras ou arbustos.
Hoje foi estabelecido o abastecimento de água na zona de Travassos, em Loureiro, encontrando-se a situação devidamente normalizada, depois de um deslizamento de terras ter afetado a conduta na quinta-feira.
Também durante o dia de hoje prosseguiram os trabalhos no reservatório de água de Sergude, em Godim, cuja cobertura ruiu depois de um deslizamento de terras.
Este reservatório está, agora, fora de serviço, tendo sido efetuada uma ligação alternativa, mas já existente, a um outro depósito para abastecimento de Godim e parte da cidade da Régua.
Quanto ao rio Douro, que se encontra em situação de cheia, prevê-se, segundo um ponto de situação feito pelas 19:30, que o caudal "pode subir ligeiramente ao longo das próximas horas".
O município disse que mantém, ainda, várias equipas preparadas e mobilizadas para prestar apoio imediato, caso venha a ser necessária a retirada preventiva de pessoas ou bens das áreas consideradas de risco.
Lusa
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Três deslocados por risco de derrocada na Encosta do Castelo em Torres Vedras
Três pessoas foram hoje retiradas de casa por precaução e duas árvores que pendiam sob habitações foram removidas face ao risco de desmoronamento da Encosta do Castelo, em Torres Vedras, disse hoje o vice-presidente da câmara.
"Estamos a tirar duas árvores de cima de duas casas e a retirar três pessoas da que estava habitada", afirmou Diogo Guia, que tem o pelouro da Proteção Civil na câmara de Torres Vedras.
Depois de sondagens realizadas hoje no local, "os técnicos confirmaram que há zonas bastante descalças, há fissuras graves no terreno, a muralha exterior do Castelo tem fissuras, temos drenagens por todo o lado e há um risco de deslizamento contínuo", explicou o autarca.
Lusa
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Emocionada, Ana Abrunhosa confessa "o medo" que sentiu
"Ontem, não partilhei totalmente o medo que tinha". Numa altura em que o pior parece ter passado, a presidente da Câmara de Coimbra não escondeu a emoção ao dar conta da preocupação que sentiu ao longo dos últimos dias, caso as piores previsões de cheia se confirmassem.
"Estávamos todos muito assustados, a reunião entre nos, as previsões foram muito duras", disse a autarca no ponto de situação ao início da noite. "Tive um telefonema de uma pessoa que estimo muito, um professor estudioso na matéria, que me disse, 'Ana evacue a baixa já'", revelou.
A baixa de Coimbra acabou por resistir à passagem do mau tempo, a cheia centenária não se confirmou. No final do briefing, Ana Abrunhosa deixou um agradecimento emotivo ao trabalho de todas as autoridades.
"A situação de risco maior desapareceu em Coimbra", diz Presidente da Câmara
No ponto de situação mais recente, Ana Abrunhosa acabou de afirmar que os piores cenários que se temiam na noite de quinta-feira já não estão em cima da mesa.
"Com as condições climatéricas que temos e os caudais que recebemos da [barragem da] Agueiria, podemos dizer que a situação de risco grave acabou", disse a autarca de Coimbra.
Acrescentou ainda que já não há risco de a baixa da cidade ficar inundada. "A situação de risco maior desapareceu em Coimbra", disse.
A situação de emergência municipal vai, para já, manter-se, com Ana Abrunhosa a alertar ainda as populações retiradas de que não deverão ainda regressar às suas casas, e que assim que for seguro, as autoridades comunicá-lo-ão.
Recuperação das zonas afetadas pelas cheias será longa, diz Proteção Civil
A Proteção Civil alertou que a recuperação das regiões afetadas pelas cheias será longa, nomeadamente em Coimbra, na zona do Rio Tejo e do Rio Mondego, indicando que os campos agrícolas irão permanecer inundados.
"As situações de cheias mais rápidas, como por exemplo na zona de Alcácer do Sal, retomarão à normalidade, ou potencialmente retomarão a normalidade mais rapidamente. Mas estas zonas, quer no Tejo quer no Mondego levarão algum tempo até repormos a normalidade", disse comandante nacional de Proteção Civil, Mário Silvestre, na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) em Carnaxide, Oeiras.
O comandante disse que a precipitação irá manter-se até ao final do dia, sendo que para sábado e domingo existe a possibilidade da continuação de chuva forte.
Obras em troço da A1 que desabou "durarão algumas semanas"
As obras de reparação do troço da autoestrada 1 (A1) que desabou após o rebentamento de um dique no rio Mondego, em Coimbra, "durarão algumas semanas" e decorrem "de forma contínua", envolvendo 70 pessoas, indicou a Brisa.
"Nos últimos dois dias foram depositados mais de oito mil e novecentas toneladas de material pétreo na infraestrutura (enrocamento) no sentido Norte-Sul, de forma a estabilizar os solos sob a laje de transição. Os trabalhos continuam a decorrer de forma contínua envolvendo mais de 70 pessoas. Estes trabalhos, previsivelmente, durarão algumas semanas", revelou a concessionária, em comunicado.
O trânsito está interrompido junto ao nó de Coimbra Sul, entre os quilómetros 198 e 189, onde a circulação rodoviária se encontra cortada em ambos os sentidos desde pouco depois das 18:00 de quarta-feira, na sequência da rutura de um dique na margem direita no rio Mondego.
Ferreira do Zêzere estima prejuízos superiores a 200 milhões de euros
O presidente da Câmara de Ferreira do Zêzere estimou hoje prejuízos superiores a 200 milhões de euros devido ao mau tempo e lamentou que ainda haja "cerca de 25%" da população sem energia elétrica desde a depressão Kristin.
"Diria que 200 milhões de euros não será suficiente para conseguir compensar todos os estragos que o concelho tem", afirmou Bruno Gomes (PS), referindo que Ferreira do Zêzere, no distrito de Santarém, tem "85% das habitações com estragos", além de danos em empresas e infraestruturas públicas, como escolas, centros de saúde e centros culturais.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Ferreira do Zêzere disse que, passados 17 dias desde a depressão Kristin, que ocorreu a 28 de janeiro, ainda há "cerca de 25%" da população do concelho que continua sem energia elétrica, num universo total de perto de 8.000 habitantes, sendo que, nos primeiros dias, a totalidade da comunidade ficou sem luz.
Regresso da água ao rio dá "esperança de que susto passou" em Alcácer do Sal
A água do Sado em Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, já deixou a marginal e a Avenida dos Aviadores e voltou ao leito do rio, dando à população "alguma esperança de que o susto passou".
"Olhamos para o rio e temos quase um metro abaixo daquilo que estava ontem [quinta-feira], então, podemos ter alguma esperança de que o susto passou", afirma à agência Lusa a presidente da câmara municipal, Clarisse Campos.
A meio da tarde, decorrem em bom ritmo os trabalhos de limpeza de cafés e lojas situados na marginal da cidade, com o envolvimento de proprietários, militares e voluntários. Uns com vassouras e outros com máquinas de pressão, lavam o que sobrou das inundações das últimas semanas.
Nessa zona, onde ainda há sacos de areia que temtaram impedir a passagem da água, acumula-se mobiliário danificado, canas e troncos trazidos pela água, que, a pouco e pouco, são levados em carrinhas de caixa aberta da câmara.
Apesar dos sinais de esperança, a presidente da câmara avisa que ainda não é tempo de 'levantar a guarda', pois, é fevereiro e "a época das chuvas prolonga-se até abril".
Granja de Ulmeiro é a situação mais preocupante em Soure
O presidente do Município de Soure disse à agência Lusa que a maior preocupação no concelho é na freguesia da Granja do Ulmeiro, mas mostrou-se otimista que o pior pode já ter passado.
"Tenho água em locais onde não tinha tido", disse Rui Fernandes, referindo-se à situação na Granja do Ulmeiro, que considerou como a "mais preocupante" no concelho.
"Parece que, aparentemente, a [barragem da] Aguieira já está a reter e, porventura, o pior terá passado", acrescentou.
Desativado Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil em Monchique
A Câmara de Monchique, no Algarve, desativou o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, ativado na semana passada devido ao mau tempo provocado pela depressão Leonardo.
A decisão foi tomada por unanimidade pela Comissão Municipal de Proteção Civil, tendo o plano sido desativado pelas 17:10, indicou o município em comunicado.
O Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil foi desativado "tendo em conta o desagravamento das condições meteorológicas e a diminuição de situações relevantes", lê-se na nota.
Segundo a autarquia, durante o período de vigência do plano, em 04 de fevereiro, os diversos agentes de Proteção Civil responderam a mais de 150 ocorrências, entre as quais quedas de árvores e deslizamentos de terra.
Em resultado dos episódios provocados pelo mau tempo, "houve necessidade de proceder ao corte de várias estradas municipais e nacionais", refere o município.
No entanto, adianta, mantêm-se ainda interditas à circulação algumas vias, nomeadamente: a Estrada Nacional 266, na zona do Pé da Cruz, na zona do Miradouro das Caldas e no sítio Gil Bordalo, todas no sentido Monchique Portimão.
Proteção Civil diz que "continua a haver risco de colapso em zonas rodoviárias"
No ponto de situação diário das 19h00, a Proteção Civil alertou que, pese embora uma eventual melhoria das condições meteorológicas nos próximos dias, as populações devem continuar a ter cautela para situações que possam ocorrer.
Em concreto, lembra que "continua a haver risco de colapso em zonas rodoviárias", bem como "visibilidade reduzida face a formação de neblinas durante a parte da manhã".
Marcelo visita Coimbra de surpresa e elogia autarca "excecional" Ana Abrunhosa
Numa visita-surpresa a Coimbra, o Presidente da República elogiou o trabalho da autarca de Coimbra na gestão dos últimos dias, com a cidade assolada pelo mau tempo, e reconheceu que o pior cenário não se confirmou.
Esta presidente é excecional", disse Marcelo Rebelo de Sousa, dirigndo-se a Ana Abrunhosa. "Não há dúvida que Coimbra passou por um aperto. E ela esteve sempre tesa, muito tesa. E comunica como praticamente ninguém", sustentou.
O Presidente da República elogiou o trabalho de prevenção e de retirada das populações, algo que foi ecoado pela própria Ana Abrunhosa. "Planeámos isto há mais de uma semana. A Proteção Civil é isto: planear, prevenir e tomar decisões", disse.
Olhando para o futuro, Marcelo acautelou um espírito de "cada dia, o seu cuidado". Ainda assim, reconheceu que, em Coimbra, o maior problema parece "estar passado", e que a situação nos rios Tejo, Sado e Guadiana estão "a correr bem".
Deixou ainda um apelo às seguradoras para que estas agilizem os processos de financiamento. "Há muitos comerciantes que têm seguro, e as seguradoras têm de tratar das peritagens. Se esses estabelecimentos não arrancam nos proxioms 30, 60 dias, é um problema irreversível".
"Estão a demorar mutio nos relatórios", sublinhou Ana Abrunhosa.
Região do Oeste com menos ocorrências nas últimas 24 horas
O comando sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Oeste registou nas últimas 24 horas cerca de 80 ocorrências devido ao mau tempo, que fustigou especialmente os concelhos de Alcobaça e Torres Vedras.
"Nas últimas 24 horas tivemos cerca de 80 ocorrências, das quais 30 foram durante a noite", disse à agência Lusa o comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Oeste, Carlos Silva.
"Felizmente, o impacto que se esperava no que diz respeito à chuva e ao vento não aumentou o número de ocorrências comparativamente ao que temos tido nos últimos dias", afirmou o responsável pelo território que abrange os 12 concelhos do Oeste.
Vila Nova da Barquinha com prejuízos de centenas de milhares de euros
O presidente da Câmara de Vila Nova da Barquinha estimou hoje que os prejuízos causados pela tempestade Kristin e pelas cheias do Tejo ascendam a "largas centenas de milhares de euros", classificando a situação como "uma autêntica tragédia".
"Temos um relatório preliminar com todos os prejuízos elencados, embora ainda não estejam quantificados em valor final. Sofremos aqui um 'dois em um': primeiro a tempestade, sobretudo a Kristin, e logo depois as cheias. Tornou-se um problema grave para o concelho", afirmou à Lusa Manuel Mourato, presidente daquele município do distrito de Santarém.
Segundo o autarca, os danos mais significativos registam-se na frente ribeirinha, com o cais da Hidráulica e o cais do Castelo de Almourol "arrastados pela corrente", enquanto o cais de Tancos ficou deslocado e com danos estruturais.
Câmara de Coimbra com expectativa de que o pior já tenha passado
A presidente da Câmara de Coimbra afirmou hoje que o pior pode já ter passado na região, face ao risco de cheia, mas o resto da tarde vai continuar a ser de alerta e vigilância do caudal do Mondego.
"A prevenção levou, muitas das vezes, a causar transtornos na vida do dia-a-dia das pessoas. E, portanto, também aqui uma palavra de agradecimento à compreensão que tiveram connosco e que peço que continuem a ter, porque, por demasiadas vezes, já vos dissemos que o pior já passou. A nossa expectativa é mesmo de que o pior pode estar a passar", disse Ana Abrunhosa, numa conferência de imprensa no Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil de Coimbra, com a presença do primeiro-ministro, da ministra do Ambiente e de autarcas da região.
Segundo Ana Abrunhosa, a noite "correu muito melhor do que o esperado", mas o resto da tarde será de "alerta e de vigilância", pedindo às pessoas e comerciantes das zonas em risco para se manterem preparados para uma eventual evacuação, que se espera "que não venha a ocorrer".
Lusa
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Adesão ao "O Turismo Acolhe" já cobre 52 concelhos
O presidente do Turismo de Portugal (TP), Carlos Abade, disse esta sexta-feira que o setor respondeu de forma extraordinária ao programa que pretende assegurar alojamento de emergência às famílias afetadas pelas tempestades, que conta já com adesões que cobrem 52 concelhos.
Neste "papel de também promover o apoio às populações, o setor respondeu de uma forma afirmativa, de uma forma extraordinária", disse Carlos Abade, no encerramento do 35.º Congresso Nacional da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), organizado pela AHP, e que decorreu no Porto.
"Eu não posso deixar de aproveitar este momento para dar conta disso mesmo. Em articulação, Turismo de Portugal e AHP, foi possível criar o programa 'O Turismo Acolhe', a que depois as entidades regionais de turismo e as empresas se associaram, e que é um programa que disponibiliza alojamento temporário para as populações que estão neste momento desalojadas e com necessidades de alojamento condigno", explicou a uma plateia de mais de 450 congressistas do setor.
Até ao final da manhã, o programa contava com 97 empreendimentos de alojamento turístico associados.
Deslizamentos provocam cortes e condicionamentos de trânsito na Sertã
A Câmara da Sertã cortou várias ruas, estradas e caminhos municipais devido aos deslizamentos e derrocadas que têm provocado danos nas vias, na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta pelo território.
"O elevado índice de precipitação que se tem registado tem provocado deslizamento de vertentes e danos em algumas vias, afetando a normal circulação rodoviária. Assim, no que respeita a estradas no concelho, registam-se alguns cortes e condicionamentos", explicou, em comunicado, este município do distrito de Castelo Branco.
Segundo a informação disponibilizada, a Estrada Nacional 2 (EN2) tem o trânsito rodoviário cortado desde a Barragem do Cabril até Pedrógão Pequeno (alternativa IC8) e encontra-se condicionada entre Pedrógão Pequeno até ao limite do concelho com Vila de Rei.
Prejuízos elevados em praias de freguesias de Oliveira do Hospital
A presidente da União de Freguesias de Penalva de Alva e São Sebastião da Feira, em Oliveira do Hospital, fez votos de que, no verão, as praias fluviais afetadas pelo mau tempo possam receber visitantes.
Apesar de não conseguir apontar números concretos, Madalena Mendes disse à agência Lusa que os prejuízos no território desta união de freguesias do distrito de Coimbra foram "muito elevados, sobretudo em infraestruturas viárias e nas praias fluviais".
Segundo Madalena Mendes, o mau tempo deixou um rasto de destruição nas praias fluviais de Penalva de Alva, Caldas de São Paulo, Santo António do Alva e São Sebastião da Feira, muito procuradas no verão por pessoas que "dão muita vida" às freguesias.
"Esperamos que no próximo verão já haja condições" para receber os visitantes.
No que respeita à rede viária, a autarca destacou o colapso da plataforma da Estrada Municipal (EM) 514, que ficou cortada nos dois sentidos na quarta-feira à noite.
Empresas em municípios em calamidade responsáveis por 15,2% de exportações
As empresas sediadas nos 68 municípios onde foi declarada situação de calamidade foram responsáveis, no ano passado, pela exportação de 15,2% dos bens nacionais, segundo dados do INE.
Num destaque publicado esta sexta-feira, sobre estes municípios, o Instituto Nacional de Estatística (INE) indicou que em 2025, as empresas sediadas nestes municípios foram responsáveis por 15,2% das exportações nacionais de bens e por 12.085,7 milhões de euros (dados preliminares).
Segundo o INE, no setor do alojamento turístico, estes municípios concentravam 14,9% dos estabelecimentos em atividade (1.263 unidades), 11,5% da capacidade instalada (58,3 mil camas) e 8,9% das dormidas registadas no país (7,3 milhões).
De acordo com a mesma informação, em 2024, nestes municípios estavam 15,8% das empresas não financeiras, 14% do pessoal ao serviço e 13,8% do volume de negócios.
Já em termos setoriais, destacaram-se a agricultura e pescas e a indústria e energia, com o maior peso relativo no pessoal ao serviço e no volume de negócios, bem como a indústria e energia e o comércio, com maior expressão no número de empresas.
Mais de 200 estradas encerradas e Coimbra com maior número
Mais de 200 estradas estão hoje cortadas ao trânsito no país devido ao mau tempo, entre autoestradas, estradas nacionais, municipais e itinerários complementares, sendo Coimbra o distrito com mais vias interditas à circulação, segundo a GNR.
Informações enviadas à Lusa pela Guarda Nacional Republicana (GNR) indicam que estão encerradas ao trânsito 206 estradas, sete das quais autoestradas, 105 estradas nacionais (EN), 90 estradas municipais (EM), três itinerários complementares (IC) e um itinerário principal (IP).
As autoestradas cortadas são todas no distrito de Coimbra, designadamente a A14, que está interdita em cinco pontos junto às localidade de Maiorca e Feteira de Cima e no acesso à A1, a A17, ao quilómetro 54, e a A1, entre Coimbra Sul e Coimbra Norte.
Duas dezenas de vias condicionadas no distrito do Porto
Duas dezenas de estradas, mais uma do que hoje de manhã estavam, pelas 17:00, condicionadas ao trânsito em oito concelhos do distrito do Porto, a maioria devido a desmoronamentos e inundações, atualizou a GNR.
O concelho de Gondomar, no distrito do Porto, é o mais afetado, com cinco vias condicionadas, nomeadamente a Rua Nova do Outeiro e o caminho de acesso ao Parque de Travassos (Foz do Sousa), por desmoronamento e inundação. Também em Medas está condicionada a Estrada Municipal 615-3 e, na Lomba, a Rua da Praia, e em Jovim, uma artéria com o mesmo nome, estas por inundação.
Em Vila Nova de Gaia, por inundação e uma quarta via por desmoronamento, estão encerradas a Rua da Costa de Cima (Pedroso), a Alameda da Praia de Arnelas (Olival), o Largo da Praia (Crestuma) e Vereda do Tâmega.
No concelho de Vila do Conde, está condicionada, nos Arcos, a Rua da Alegria devido a uma inundação.
Mais de 70 empresas já pediram 'lay-off' simplificado
O 'lay-off' simplificado já foi pedido por 75 empresas afetadas pela tempestade Kristin, abrangendo 642 trabalhadores, enquanto 68 entidades recorreram ao incentivo extraordinário à manutenção de postos de trabalho, segundo dados hoje divulgados pelo Ministério do Trabalho.
"Os concelhos que registam um maior número de empregadores a requerer" o 'lay-off' simplificado foram "Leiria, com 22 e Marinha Grande, com 16", adiantou ainda o ministério liderado por Rosário Palma Ramalho, em comunicado enviado às redações.
Os trabalhadores abrangidos pelo 'lay-off' simplificado nas empresas afetadas pelas tempestades vão, afinal, receber dois terços do salário bruto até ao triplo do salário mínimo nacional (até 2.760 euros) e não 100%, como o Governo tinha anunciado, segundo esclareceu na quinta-feira o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
Troço suburbano do 'metrobus' na região de Coimbra pode reabrir na próxima semana
O presidente da Metro Mondego estimou hoje que a operação do Sistema de Mobilidade do Mondego seja retomada na próxima semana até à Lousã, mas até Serpins pode ainda demorar, pelo menos, cinco meses.
"Estamos convencidos de que iremos ultrapassar estes problemas durante a próxima semana e que voltaremos a operar de forma normal o 'metrobus'", afirmou João Marrana.
As operações do 'metrobus' no troço suburbano foram suspensas há cerca de uma semana por motivos de segurança e indicação da Proteção Civil, com a Metro Mondego a garantir serviços alternativos de transporte.
Cheias afetam hoje 217 vias no distrito de Santarém
As cheias na bacia do Tejo continuam a provocar fortes constrangimentos na circulação rodoviária do distrito de Santarém, com 217 vias afetadas entre submersões, abatimentos, movimentos de massa e isolamentos, informou a Proteção Civil.
Num aviso à população, a proteção civil refere que os caudais do Tejo continuam elevados, devido às descargas das barragens a montante e às previsões de precipitação por vezes forte, podendo agravar inundações urbanas, galgamentos de cursos de água e instabilidade de vertentes.
De acordo com a Proteção Civil, as 217 vias afetadas abrangem 19 municípios, com situações de submersão, quedas de taludes, colapsos de plataformas rodoviárias e isolamento de localidades. Entre os concelhos mais atingidos estão Salvaterra de Magos, Santarém, Cartaxo, Chamusca, Alpiarça, Golegã, Almeirim, Abrantes, Constância, Azambuja e Ourém.
Deslizamento de terra obriga à retirada de 13 pessoas em Leiria
Um deslizamento de terra durante a madrugada obrigou à retirada de 13 pessoas, em São Romão, no concelho de Leiria, disse à agência Lusa o vereador da Proteção Civil, que revelou que uma outra habitação está a ser monitorizada.
"Verificou-se um deslizamento de terras numa das encostas de São Romão. Retirámos, até so momento, 13 pessoas. E já estamos a proceder a vistorias para notificar os proprietários, que é uma parte privada, para também procedermos às reparações necessárias", explicou Luís Lopes.
Segundo o vereador, um dos objetivos é repor o acesso às habitações todas, porque "algumas ficaram muito condicionadas por parte de um caminho que foi também muito danificado".
As 13 pessoas retiradas viviam nas habitações por baixo de uma encosta, mas a Proteção Civil está a monitorizar uma outra habitação na parte superior do talude.
Mais de 250 bibliotecas públicas com danos causados pelas tempestades
Mais de metade das 489 bibliotecas da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas (RNBP) foram afetadas pelo mau tempo, principalmente as de Alcácer do Sal, Santarém, Leiria, Caldas da Rainha, Pombal e Marinha Grande, que sofreram maior impacto.
"De acordo com a informação recolhida pela DGLAB [Direção-Geral do Arquivo dos Livros e das Bibliotecas] e que se mantém em atualização, 52% das bibliotecas da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, maioritariamente localizadas na região centro do país, indicaram ter sido afetadas pelo mau tempo das últimas semanas", disse à Lusa Bruno Eiras, subdiretor-geral daquele organismo.
O responsável adiantou que este é o balanço possível no momento, uma vez que os "contactos com as bibliotecas não estão a ser tão rápidos" como desejável, "não conseguindo manter a informação atualizada".
"Não demos ordem para evacuar": Presidente da Câmara de Coimbra confirma recuo na retirada de 9 mil pessoas
Ao lado do primeiro-ministro~, a presidente da Câmara de Coimbra agradeceu ao Governo e às autoridades pelo trabalho de articulação com a autarquia no que toca à intempérie.
"Se não temos vítimas mortais é graças ao planeamento, prevenção e trabalho articulado [entre entidades]" referiu Ana Abrunhosa.
A autarca confirmou também que a possibilidade de retirada de mais de 9 mil pessoas, que estava em cima da mesa na quinta-feira à noite, não se veio a confirmar.
"Não demos indicações para evacuar, como estava previsto", afirmou.
Pampilhosa da Serra encerra estrada na vila por risco de derrocadas
A Proteção Civil Municipal de Pampilhosa da Serra, no interior do distrito de Coimbra, encerrou hoje a estrada do Pombal no interior daquela vila serrana, numa extensão de 200 metros.
"A decisão resulta do perigo iminente de derrocadas e deslizamentos de grande dimensão, que poderiam ter consequências graves para pessoas e bens", alegou o município, em comunicado, salientando que o troço encerrado compreende uma distância que vai do cruzamento da antiga escola primária até à habitação mais próxima.
Numa comunicação à população, o presidente da Câmara de Pampilhosa da Serra disse que se trata de "uma situação há muito identificada pela autarquia, que ao longo dos anos solicitou diversos pareceres técnicos ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC)".
Segundo Jorge Custódio, a chuva intensa dos últimos dias e as recentes tempestades "agravaram significativamente o risco de desmoronamento naquela zona".
Circulação ferroviária na Linha do Alentejo já foi retomada entre Pegões e Bombel
A circulação ferroviária na Linha do Alentejo, que estava suspensa entre Pegões e Bombel, foi hoje retomada, informou a CP -- Comboios de Portugal, num ponto de situação pelas 15:00, indicando que se mantêm as perturbações na Linha do Norte.
"Está resolvido o constrangimento no troço entre Pegões e Bombel, pelo que já foi retomada a circulação ferroviária na Linha do Alentejo", referiu a CP, lembrando que a circulação na Linha do Sul também já foi retomada.
Quanto à Linha do Norte, que assegura a ligação ferroviária entre Lisboa e o Porto, a transportadora disse que se mantêm suspensos, "sem previsão de retoma", os comboios de longo curso, nomeadamente os serviços Alfa Pendular e Intercidades, "por razões de segurança, devido ao agravamento do estado do tempo, com risco de cheias na região de Coimbra".
Almeirim contabiliza prejuízos superiores a 1 milhão de euros
O mau tempo dos últimos dias já provocou em Almeirim prejuízos "superiores a 1 milhão de euros" nas infraestruturas municipais, valor que deverá aumentar à medida que baixem as águas, disse hoje o presidente da Câmara, Joaquim Catalão.
"Estamos a fazer um levantamento dos prejuízos daquilo que é possível apurar porque há muitas zonas que estão submersas, nomeadamente estradas, e que não nos permitem ainda verificar qual é a situação. Nas infraestruturas do município já temos prejuízos superiores a 1 milhão de euros, naquilo que é visível", afirmou o autarca.
Segundo Joaquim Catalão, os danos em explorações agrícolas e propriedades privadas "são volumosos" e ainda não estão contabilizados.
Miranda do Corvo com prejuízos acima de seis milhões de euros
O presidente da Câmara de Miranda do Corvo estimou hoje que os prejuízos no concelho ultrapassem os seis milhões de euros devido ao mau tempo.
"Os danos não param de aumentar. Todos os dias estamos a ter danos cada vez mais graves", afirmou José Miguel Ramos Ferreira à agência Lusa, no final da reunião do executivo municipal.
O autarca notou que "há várias vias no município que, pura e simplesmente, desapareceram" e que eram "fundamentais para a ligação entre os lugares", sendo que, noutros locais, nas vias existentes, "há taludes a cair" à sua volta.
Mais de 250 bibliotecas públicas com danos causados pelas tempestades
Mais de metade das 489 bibliotecas da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas (RNBP) foram afetadas pelo mau tempo, principalmente as de Alcácer do Sal, Santarém, Leiria, Caldas da Rainha, Pombal e Marinha Grande, que sofreram maior impacto.
"De acordo com a informação recolhida pela DGLAB [Direção-Geral do Arquivo dos Livros e das Bibliotecas] e que se mantém em atualização, 52% das bibliotecas da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, maioritariamente localizadas na região centro do país, indicaram ter sido afetadas pelo mau tempo das últimas semanas", disse à Lusa Bruno Eiras, subdiretor-geral daquele organismo.
O responsável adiantou que este é o balanço possível no momento, uma vez que os "contactos com as bibliotecas não estão a ser tão rápidos" como desejável, "não conseguindo manter a informação atualizada".
Rejeitada proposta do PS em Lisboa para criar programa de apoio a famílias e comércio
A proposta do PS na Câmara de Lisboa para a criação de um programa municipal de emergência de apoio à recuperação dos danos provocados pelas recentes intempéries foi hoje rejeitada, com os votos contra de PSD/CDS-PP/IL e do Chega.
"Felizmente, até à data, a intempérie não provocou o mesmo nível de danos do que os que foram verificados noutras zonas do país e não é comparável com as cheias de 2022, decorrentes de duas chuvas de 100 anos num período de uma semana na cidade de Lisboa", afirmou o presidente da câmara, Carlos Moedas (PSD), numa declaração de voto escrita, a que agência Lusa teve acesso.
A proposta da vereação do PS para a criação do programa municipal de emergência "Lisboa Protege+" teve os votos contra dos oitos eleitos de PSD/CDS-PP/IL, da independente Ana Simões Silva (ex-Chega e que agora tem pelouros na governação da cidade) e do vereador do Chega, num total de 10 votos contra entre o total de 17 membros que compõem o executivo municipal.
Votaram a favor da proposta os restantes vereadores, designadamente de PS, Livre, BE e PCP, indicou à Lusa fonte da autarquia.
Encosta do Castelo de Torres Vedras em risco de desmoronamento
A encosta do Castelo de Torres Vedras encontra-se em risco de desmoronamento, disse esta sexta-feira o vice-presidente da câmara, após a ocorrência de dois aluimentos de terras provocados pelo mau tempo.
"É muito perigoso passar ali, depois de ter ocorrido um segundo aluimento de terras, que estamos a tentar suster", afirmou Diogo Guia à agência Lusa.
"Temos ali um problema de massas a cair, porque existe água na encosta", explicou, acrescentando que, "de um lado da encosta as árvores estão a cair", evidenciando o risco existente.
Parlamento recomenda ao Governo que inclua trechos da A1 na isenção temporária de portagens
A Assembleia da República aprovou hoje uma recomendação do PAN ao Governo para que inclua lanços da A1 nos trechos de autoestradas com isenção temporário de portagens, bem como que devolva portagens já pagas nos municípios afetados pela depressão Kristin.
O projeto de resolução do PAN -- sem força de lei -- foi aprovado com abstenções das bancadas que apoiam o Governo, PSD e CDS-PP, bem como da IL, contando com os votos favoráveis dos restantes partidos.
Desde dia 04 de fevereiro e até domingo, está em vigor a isenção de portagens nas zonas afetadas pela depressão Kristin no perímetro que abrange trechos da A8, A17, A14 e A19.
Câmara de Almada ultima pedido ao Governo para decretar situação de calamidade
A Câmara de Almada está a ultimar o pedido para enviar ao Governo para que decrete situação de calamidade no concelho, anunciou hoje a presidente da autarquia que pede um "plano alargado" para a arriba da Costa de Caparica.
Inês de Medeiros falava aos jornalistas, acompanhada pelo líder do PS, José Luís Carneiro, durante uma visita à zona de Porto Brandão, que foi evacuada na quarta-feira devido ao deslizamento de terras da arriba provocado pelo mau tempo e onde hoje as pessoas retiravam as suas coisas de casas, que estão em risco de ruir.
"Tem que ser a [situação de] calamidade. Nós temos todo o comércio lá em baixo do Porto Brandão que está absolutamente interditado, temos famílias aqui que provavelmente nunca mais vão poder voltar para aqui, portanto, precisamos de uma calamidade, mas sobretudo alargada no tempo", disse.
Segundo a presidente da Câmara de Almada "isto não é uma resposta de um dia para o outro" e é preciso um plano mais alargado para a toda a arriba fóssil da Costa de Caparica, tendo em conta também a necessidade de acolher as pessoas.
ULS de Coimbra ativa Plano de Emergência Interno e Gabinete de Crise
A Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra ativou hoje o Plano de Emergência Interno (PEI) e acionou o Gabinete de Crise para acompanhar a situação do mau tempo na região de Coimbra.
Em comunicado enviado à agência Lusa, aquela estrutura adiantou que subiu o nível do Plano de Emergência Externo (PEE) para Nível 2, para reforçar a capacidade de resposta em caso de "um evento extremo na região".
"O Nível 2 do PEE pressupõe a mobilização progressiva de recursos internos adicionais, incluindo reforço de equipas, adequação de espaços assistenciais e ativação de mecanismos de coordenação institucional, garantindo a manutenção da resposta assistencial e a segurança de utentes e profissionais", explicou.
Pingo Doce destina 3 milhões de euros para reconstrução de Leiria e Marinha Grande
O Pingo Doce vai destinar três milhões de euros para ajudar na reconstrução de Leiria e Marinha Grande, afetadas gravemente pela depressão Kristin, apoio que será mobilizado através do SOS Bairro, anunciou hoje a cadeia de supermercados.
Em comunicado, a empresa do grupo Jerónimo Martins, explicou que o SOS Bairro é um "modelo desenvolvido para que sejam as próprias comunidades locais a identificar as necessidades mais urgentes e a selecionar os projetos que devem ser financiados pelo Pingo Doce".
A tempestade Kristin "deixou um cenário de devastação sem precedentes na região Centro, afetando profundamente o quotidiano de milhares de famílias" e "no Pingo Doce somos mais do que uma rede de lojas, somos vizinhos e parte integrante da vida local", afirma Isabel Ferreira Pinto, diretora-geral do Pingo Doce, citada em comunciado.
Carneiro pede ao Governo que não deixe sozinha presidente da Câmara de Almada
O líder do PS apelou hoje ao Governo para que não deixe sozinha a presidente da Câmara de Almada, pedindo que envie uma equipa multidisciplinar para Porto Brandão, onde decorre uma ação de evacuação devido ao deslizamento de terras.
"O que se está a passar aqui é muito grave, é algo que nos sensibiliza especialmente e o Governo tem o dever de não deixar uma presidente de Câmara sozinha com um drama dessa natureza", disse aos jornalistas José Luís Carneiro depois de visitar a zona de Porto Brandão, Almada, onde os moradores, que já foram retirados na quarta-feira devido ao risco do deslizamento de terras, estão a retirar as algumas das suas coisas de casa.
Distrito de Setúbal conta 10 feridos ligeiros devido às intempéries
As intempéries dos últimos dias provocaram no distrito de Setúbal 10 feridos ligeiros, desalojados e deslocados em vários municípios e vários cortes de estradas, informou hoje a Comissão Distrital de Proteção Civil.
Em comunicado, esta estrutura informa que as principais ocorrências relacionadas com o mau tempo na região, além dos feridos, provocaram também um número não especificado de desalojados e deslocados nos concelhos de Almada, Alcácer do Sal, Barreiro, Palmela, Moita, Montijo, Seixal e Setúbal.
A Comissão Distrital de Proteção Civil de Setúbal refere ainda que há várias estradas cortadas na região, com destaque para a interdição da estrada de acesso a Porto Brandão, no concelho de Almada.
GNR contabiliza quase 90 estradas cortadas no distrito de Coimbra
Quase nove dezenas de estradas nacionais e municipais estão cortadas na maioria dos municípios do distrito de Coimbra devido ao mau tempo, informou hoje o Comando Territorial de Coimbra da Guarda Nacional Republicana (GNR).
Ao todo, segundo um comunicado da GNR, são 88 as estradas cortadas nos concelhos de Arganil, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Góis, Lousã, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penacova, Penela, Soure e Tábua.
Escapam a este cenário os municípios de Cantanhede e Vila Nova de Poiares.
Rio Mondego está “estável” mas risco de evacuação em Coimbra mantém-se
O Comandante Nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre, afirmou esta sexta-feira que o rio Mondego está “estável” mas que se mantém “o risco de ser preciso evacuar a zona baixa de Coimbra”.
No balanço da Proteção Civil foi ainda dito que “o cenário é bastante mais positivo” mas que “estamos distantes de dizer que voltámos à normalidade”.
Mário Silvestre referiu também que continuam ativos 12 planos distritais de emergência, 124 municipais e há 15 situações de alerta.
Cerca de 45 mil clientes da E-Redes estão sem energia elétrica.
Distrito de Aveiro com 49 estradas interditas ou condicionadas
O distrito de Aveiro tem esta sexta-feira 49 vias interditas ou condicionadas, menos nove do que na quinta-feira, devido a inundação, desmoronamento e abatimento do piso, informou a GNR.
De acordo com a última atualização feita esta sexta-feira, às 08h30, pela GNR sobre o estado das vias rodoviárias no distrito de Aveiro, há 49 estradas, entre nacionais, regionais e municipais, interditas ou condicionadas.
Em Águeda, a GNR dá esta sexta-feira conta da interdição devido a inundação da Rua da Pateira (Fermentelos), da Estrada do Campo (na zona de Espinhel e Recardães), da Rua do Campo (Segadães), da Rua Ponte da Barca (Serém), da Rua Manuel Marques (Macinhata do Vouga), da Rua Parque Fluvial (Macinhata do Vouga), e da EM577 (Fontinha).
Ainda neste concelho estão interditas a Rua do Covão (Aguiar da Beira) e a Rua do Vale do Grou (Aguada de Cima), devido a desmoronamento, mantendo-se condicionado o IC2, ao quilómetro 239, em Lamas do Vouga.
Em Sever do Vouga, a circulação automóvel está interrompida na EN16 (Pessegueiro do Vouga), devido a desmoronamento.
Em Albergaria-a-Velha, segundo a GNR, estão cortadas a EN230-2 (Angeja e Frossos) e a Estrada da Cambeia (Angeja), devido a inundação, mantendo-se condicionada a M553 (Ribeira de Fráguas) devido ao abatimento do piso da estrada.
Em Oliveira de Azeméis, a GNR indica que estão interditas a Rua de São Paio (Pinheiro da Bemposta) e a Rua do Cercal (Santiago Ruba-Ul), devido a inundação, e a Rua do Mosteiro (Cucujães), devido a desmoronamento. A Rua do Sobral (Ul) está condicionada devido a desmoronamento.
Em Ovar, também há várias estradas intransitáveis devido a inundação, nomeadamente a Rua de Baixo (Maceda), a Rua Estrada Nova (Maceda), a Rua Rio (Cortegaça), a Rua do Bussaquinho (Esmoriz) e a Rua da Aldeia (Cortegaça). Também não se pode circular na Avenida da Praia (Maceda), devido a desmoronamento.
Em Estarreja, estão cortadas a Rua da Estação (Canelas), a Rua do Vale (Fermelã), a Estrada paralela à linha férrea -- BIORIA (Canelas), a Rua Manuel Marques Figueira (Antuã) e a Rua do Mato, (Salreu), estando condicionada a Rua de Santo Bárbara (Beduído) devido a inundação.
Na Murtosa, mantêm-se cortadas ao trânsito duas estradas no Bunheiro, nomeadamente a Rua Caminho das Remolhas e a Rua Patronato São José.
Em Aveiro, estão cortadas a Rua Direita (Requeixo), a Rua da Pateira (Requeixo), a Rua da Valsa (Eixo), a Rua Marquês de Pombal (Cacia), a Estrada da CEE (Cacia) e a Rua do Padrão (Cacia) e, em Ílhavo, está cortada a Rua do Sul (Gafanha de Aquém), devido a inundação.
Mais a sul, em Anadia, estão interditas a EN235 (Vila Nova de Monsarros), a Rua São Simão (São Lourenço do Bairro), a Rua Ponte do Casal (Avelãs de Caminho), a Avenida das Laranjeiras (Alféolas) e a Avenida dos Áceres (Curia), devido a inundação e, em Oliveira do Bairro, não é possível circular na Rua do Ortigal.
Lusa
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Sernancelhe entrega água, bens essenciais e materiais a Pombal
O Município de Sernancelhe levou até Pombal um camião de material de construção, uma carrinha com bens essenciais e um autotanque de água potável, numa ação conjunta com empresas e sociedade civil, anunciou hesta sexta-feira a Câmara.
"Numa demonstração espontânea de solidariedade das suas gentes, Sernancelhe uniu esforços e, entre empresas, particulares e muitos emigrantes, possibilitou a entrega em Pombal de um camião de material de construção civil, com cimento, telha, espuma, entre outros materiais essenciais à reconstrução das habitações afetadas pela tempestade", descreveu a Câmara.
Também seguiu "um furgão com roupa e bens alimentares, produtos de primeira necessidade, artigos de higiene pessoal e têxteis, resultantes de uma angariação em que participaram as juntas de freguesia" de Sernancelhe, no distrito de Viseu.
O Município de Sernancelhe disse ainda que enviou para Pombal "um autotanque para abastecimento de água potável às populações, bem como uma equipa de cinco bombeiros voluntários" da corporação local.
O transporte contou com o apoio logístico das empresas Transportes Aparício e Transportes Pedro Sobral, indicou o executivo, que enalteceu o gesto que "envolveu toda a sociedade" sernancelhense.
"Sernancelhe não ficou indiferente à devastação das tempestades, em particular no concelho de Pombal, a que estamos ligados pela figura do Marquês de Pombal, o estadista que nasceu no nosso concelho".
Lusa
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Reposição da energia elétrica é a situação mais preocupante na Sertã
A reposição do abastecimento de energia elétrica continua a ser a situação mais preocupante no concelho da Sertã, mais de duas semanas após a passagem da depressão Kristin pelo território.
Segundo informação do município da Sertã, no distrito de Castelo Branco, todas as situações críticas no abastecimento de energia elétrica estão identificadas e mapeadas, trabalho esse que foi feito com recurso aos reportes dos munícipes e dos presidentes das Juntas de Freguesia.
"A situação a requerer mais atenção continua a ser a reposição da energia elétrica".
A autarquia informou também que, a partir de agora, as avarias elétricas devem passar a ser reportadas diretamente à E-Redes, através da linha de apoio ou do balcão digital.
Adiantou ainda que, os casos excecionais, como, por exemplo, apenas uma habitação sem eletricidade numa rua que já tem energia elétrica, podem ser novamente reportados à respetiva Junta de Freguesia.
"O trabalho centra-se agora na baixa tensão, cuja resolução será praticamente caso a caso".
Neste momento, o concelho da Sertã tem 99,6% dos postos de transformação já ligados à energia elétrica, sendo que, deste total, 84,2% estão ligados à rede de média tensão e 15,4% com recurso a geradores.
Lusa
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Três pessoas deslocadas devido a deslizamento de terras em Ponte de Lima
Três pessoas saíram de casa na madrugada desta sexta-feira, por indicação dos bombeiros e proteção civil, após um deslizamento de terras ter colocado em risco a sua habitação na freguesia de Refoios do Lima, em Ponte de Lima.
Contactado pela agência Lusa, o comandante dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Lima, Carlos Lima, explicou que o deslizamento de terras de um campo agrícola colocou em risco mais seis habitações onde residem cerca de 10 pessoas que, aconselhadas a sair, decidiram permanecer nas habitações.
O responsável adiantou que as habitações não sofreram danos, necessitando apenas de limpeza por terem sido afetadas pela água e lama que escorreram do deslizamento.
O deslizamento de terras ocorreu às 02h38 na freguesia de Refoios do Lima, concelho de Ponte de Lima, distrito de Viana do Castelo.
Cerca das 08h30 chegou ao local uma equipa técnica dos serviços municipais de proteção civil para avaliar as condições de segurança das habitações e com máquinas para proceder à desobstrução da via atingida pelas terras.
Lusa
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Situação em Montemor-o-Velho está calma mas continua preocupante
A situação no vale do Mondego no concelho de Montemor-o-Velho, no distrito de Coimbra, estava calma esta sexta-feira de manhã, mas continua muito preocupante, segundo o presidente da Câmara, José Veríssimo.
O autarca disse à agência Lusa que, na localidade de Ereira, transformada numa ilha há vários dias, os níveis de água do Mondego continuam idênticos aos de quinta-feira.
O leito do rio mantém o nível entre o interior e o exterior, adiantou.
"As pessoas mantêm muita angústia com esta situação", frisou o presidente da autarquia.
José Veríssimo salientou que, relativamente às previsões de quinta-feira, a Barragem da Aguieira, que controla os caudais do Mondego, está com mais um metro de capacidade de armazenamento.
Na quinta-feira ao final do dia, na sequência da subida do nível das águas, verificou-se o acionamento do dique fusível do Periférico Direito, próximo do Casal Novo do Rio.
"Esta infraestrutura foi concebida precisamente para, em situação de cheia, ceder de forma controlada, aliviando a pressão das águas e encaminhando-as para o Periférico Direito", informou a Câmara de Montemor-o-Velho.
A situação está a ser monitorizada em permanência.
Já esta sexta-feira de manhã, o transporte entre Ereira, Ponte de Verride e Montemor-o-Velho, assegurado pelas lanchas anfíbias, foi temporariamente suspenso devido a avaria técnica, informou a autarquia, em comunicado.
Lusa
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Rua de São João da Madeira abateu junto à sede administrativa dos bombeiros
Uma rua junto ao quartel-sede dos Bombeiros Voluntários de São João da Madeira abateu na quinta-feira à noite na sequência do mau tempo, revelou esta sexta-feira a autarquia, que cortou uma faixa de trânsito nessa artéria.
A via em causa é a Rua Alão de Morais, que, no centro daquela cidade do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto, funciona como uma as ligações entre a freguesia de Arrifana, no concelho vizinho de Santa Maria da Feira, e equipamentos como a PSP e o Centro de Emprego de São João da Madeira.
"Por motivos de segurança, encontra-se encerrada ao trânsito a Rua Alão de Morais junto à sede dos Bombeiros, no sentido sul-norte. O piso da via sofreu um abatimento, tudo apontando para que a situação esteja relacionada com as condições atmosféricas adversas que se têm feito sentir", referiu a Câmara Municipal.
A situação não afeta o socorro prestado pela corporação local de bombeiros, uma vez que junto à Rua Alão de Morais funciona apenas a sede administrativa da instituição, em concreto a sua associação humanitária, enquanto o quartel operacional está localizado noutro extremo da cidade, na zona industrial das Travessas.
Com vista a resolver o problema, a autarquia adiantou que "os serviços municipais competentes estão a intervir no local", mas, entretanto, apelou à compreensão de quem habitualmente circula na zona e terá agora que procurar alternativas.
Lusa
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Número de clientes da E-Redes sem energia aumenta para 45 mil
O número de clientes da E-Redes sem abastecimento de energia elétrica no continente voltou a subir, sendo esta sexta-feira de 45 mil, devido ao surgimento de novas avarias e inundações, a maioria nas zonas de maior impacto da depressão Kristin.
Num balanço relativo às 08h00, a empresa indicou que nessa zona mais crítica, a essa hora, estavam ainda cerca de 36 mil clientes sem energia.
Na nota, a empresa reforça o alerta para que, caso identifique infraestruturas elétricas caídas ou danificadas, a população se mantenha afastada e lhe reporte a situação (telefone 800 506 506 ou balcaodigital.e-redes.pt).
Lusa
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Coimbra sem necessidade de evacuações por agora mas "em alerta máximo"
A Câmara de Coimbra afirmou esta sexta-feira que a noite "correu melhor do que o esperado" e que não houve necessidade, até agora, de indicação de evacuação, embora se mantenham os alertas.
"A noite correu melhor do que o esperado. Por isso, não emitimos ainda indicações de evacuação. Continuamos em alerta máximo", afirmou a presidente de Câmara de Coimbra, Ana Abrunhosa, em declarações escritas enviadas à agência Lusa.
Segundo a autarca, "espera-se uma manhã sem sobressaltos", tendo sido pedido às pessoas em zonas de risco para estarem preparadas para sair de casa "a qualquer momento".
Lusa
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Quase 20 vias condicionadas no distrito do Porto
Quase duas dezenas de estradas estavam esta sexta-feira, pelas 09h30, condicionadas ao trânsito em oito concelhos do distrito do Porto, menos sete do que na quinta-feira à tarde, e a maioria devido a desmoronamentos e inundações, adiantou a GNR.
O concelho de Gondomar, no distrito do Porto, é o mais afetado, com cinco vias condicionadas, nomeadamente a Rua Nova do Outeiro e o caminho de acesso ao Parque de Travassos (Foz do Sousa), por desmoronamento e inundação. Também em Medas está condicionada a Estrada Municipal 615-3, a Rua da Nova Lamas e, na Lomba, a Rua da Praia, estas por inundação.
Em Vila Nova de Gaia, por inundação e uma quarta via por desmoronamento, estão encerradas a Rua da Costa de Cima (Pedroso), a Alameda da Praia de Arnelas (Olival), o Largo da Praia (Crestuma) e Vereda do Tâmega.
No concelho de Vila do Conde, está condicionada, nos Arcos, a Rua da Alegria devido a uma inundação.
Na região do Tâmega e Sousa, Amarante tem três vias concionadas ao trânsito: a Estrada Nacional 15, entre os quilómetros 74.800 e 74.900 (Candemil), a Rua dos Moinhos (Vila Meã) e a Rua 31 de Janeiro (Cepelos).
No Marco de Canaveses, uma queda de árvore e um desabamento de terras condicionam a Rua da Torre.
Já em Felgueiras, na Lixa, está condicionada a Rua Dom António Ferreira Gomes devido a um desmoronamento, enquanto em Meixomil, concelho de Paços de Ferreira, uma inundação condiciona o Beco da Lama.
Por fim, em Baião, dois desmoronamentos condicionam a Rua da Tapada (Valadares) e a Rua 20 de Junho (Santa Marinha do Zêzere).
O Plano Distrital de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto está ativo até domingo.
Esta ativação decorreu da declaração de contingência decretada pelo Governo.
Lusa
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Tejo mantém caudais estabilizados em alta e prevê-se dia semelhante a quinta-feira
O caudal do rio Tejo manteve-se estabilizado em valores elevados durante a noite no ponto de medição em Almourol, devendo hoje registar oscilações ao longo do dia, num cenário semelhante ao de quinta-feira, e mantém-se o alerta vermelho na bacia:
"A noite foi muito chuvosa e exigente, com várias quedas de árvores e alguns movimentos de massa, mas os caudais mantiveram-se ao nível do dia de ontem. Não baixaram, mas também não aumentaram. Temos, portanto, uma estabilização em valores elevados", afirmou esta manhã à Lusa o comandante sub-regional da Proteção Civil do Médio Tejo, no distrito de Santarém.
Segundo David Lobato, às 07h00 eram registados 5.286 metros cúbicos por segundo (m3/s) em Almourol, valor que se manteve ao longo da noite dentro da faixa dos 5.000 a 6.000 m3/s, com as barragens sempre em descarga.
Lusa
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Idanha-a-Nova cancela atividades festivas durante estado de calamidade
A Câmara Municipal de Idanha-a-Nova suspendeu todas as atividades festivas durante o período do estado de calamidade, na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta pelo território.
Numa nota publicada nas suas redes sociais, este município do distrito de Castelo Branco explicou que as atividades festivas que estavam programadas "foram adiadas e/ou suspensas durante o período em que vigora o estado de calamidade", dando cumprimento às recomendações das autoridades competentes na matéria de segurança e proteção civil.
"As entidades associativas que manifestaram interesse em promover eventos de convívio durante o período em que foi decretado o estado de calamidade pelo Governo Português foram aconselhadas a adotar medidas de prevenção e segurança, tendo deixado ao critério da direção de cada associação a ponderação e a tomada de decisão quanto à realização dos referidos convívios".
O município de Idanha-a-Nova, apesar de reconhecer a importância da celebração do Carnaval no seio da comunidade, reiterou a importância de se cumprir as recomendações das autoridades de Proteção Civil e de segurança.
"Pede-se a todas as associações que queiram manter a atividade programada durante estes dias, e em específico até ao próximo dia 15 de fevereiro [domingo], que se acautelem e procedam com a máxima segurança, para o bem de todos".
Lusa
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População protesta contra atraso no regresso da energia em Leiria
Na freguesia da Carreira, em Leiria, a população organizou-se para protestar contra o atraso no regresso da energia.
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Isabel Jordão
JornalistaSeguir Autor:
Junta com equipas na Baixa de Coimbra para avisar sobre inundações
A União de Freguesias de Coimbra está hoje a percorrer toda a Baixa da cidade com seis equipas para avisar comerciantes e moradores para salvaguardarem bens face ao risco de inundações, afirmou o presidente da autarquia.
"Neste momento, a União de Freguesias de Coimbra tem seis equipas a percorrer toda a Baixa para avisar e dar conhecimento a todos os comerciantes e habitantes para retirarem os seus bens ou colocarem-nos em zonas mais seguras", disse à agência Lusa Carlos Pinto.
A Baixa de Coimbra poderá ser uma das zonas afetadas por inundações, caso se confirme um cenário de cheia centenária, admitido na quinta-feira à noite pela presidente da Câmara de Coimbra.
"Às pessoas que estão no rés-do-chão estamos a pedir para saírem, face às grandes probabilidades de haver inundações", disse Carlos Pinto.
Segundo o presidente da União das Freguesias de Coimbra, na Baixa, os comerciantes já estão a "tomar as devidas precauções" desde a noite de quinta-feira.
Além disso, explicou, durante a noite as pessoas mais fragilizadas e acamadas foram retiradas pela Câmara Municipal e pela Proteção Civil.
Na margem esquerda do rio Mondego, a União de Freguesias de Santa Clara e Castelo Viegas também andou durante a noite a avisar comerciantes e moradores sobre o risco de inundação, disse à Lusa a presidente da autarquia, Bertília Simão.
Com água já na Rua das Parreiras, foi retirado um homem com mobilidade reduzida, mas os restantes moradores quiseram manter-se nas suas casas.
"A evolução, até agora, não é notável e as pessoas querem permanecer nas suas casas. Avisámos restaurantes, comércio e também moradores que tenham carros em garagens", afirmou.
Segundo Bertília Simão, à meia-noite as equipas da junta ainda andavam a bater às portas das pessoas que têm negócios ou moram em zonas de risco na zona de Santa Clara de cota mais baixa.
Naquela freguesia, o Convento São Francisco decidiu encerrar o parque de estacionamento.
Lusa
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Reaberto acesso à A1 em Vila Franca de Xira por risco de queda de placar
Foi reaberto ao trânsito o acesso à A1 em Vila Franca de Xira, direção Norte. O corte, que teve início pelas 05h40, deveu-se ao perigo de queda de um placar informativo e foi decidido por precaução, disse fonte da GNR ao CM.
Correio da Manhã
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Retomada circulação ferroviária na Linha do Sul
A circulação ferroviária na Linha do Sul foi retomada entre Luzianes e Amoreiras, (concelho de Odemira, distrito de Beja) depois de ter sido suspensa devido às condições meteorológicas, segundo informação da CP -- Comboios de Portugal pelas 08:00.
Num balanço anterior, com o ponto de situação às 23:30 de quinta-feira, a CP informou que os comboios de longo curso na Linha ferroviária do Norte entre o Porto e Lisboa foram suspensos por razões de segurança devido ao agravamento do estado do tempo e sem previsão de retoma.
Mais cedo, pelas 20:00, a CP tinha informado que previa retomar parcialmente hoje oito comboios de longo curso, quatro por sentido, entre Porto e Lisboa, com recurso a material circulante diferente do habitual e a transbordo rodoviário entre Coimbra B e Pombal.
"Apenas se realizam os serviços Regionais entre Entroncamento e Soure, Coimbra-Aveiro-Porto e entre Tomar e Lisboa", segundo a transportadora.
Por causa do mau tempo, a circulação ferroviária continua suspensa na Linha do Alentejo, entre Pegões e Bombel, na Linha do Douro, entre Régua e Pocinho, Linha do Oeste e Urbanos de Coimbra.
A circulação na Linha da Beira Baixa continua suspensa, realizando-se apenas os comboios regionais entre Castelo Branco e Guarda e entre Entroncamento e Abrantes;
Na Linha de Cascais, os comboios circulam com alterações nos horários.
A CP continua a prever para hoje a realização do Comboio Internacional Celta, podendo "ser usado material circulante diferente do habitual e sendo que o percurso Valença - Vigo - Valença será feito com recurso a transbordo rodoviário".
Lusa
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Várias estradas condicionadas em Montemor-o-Velho
A antiga Estrada Nacional 111, no concelho de Montemor-o-Velho, um dos mais atingidos no país pela subida das águas, está esta sexta-feira cortada entre o Parque de Negócios e as Meãs do Campo, anunciou a Câmara.
Numa atualização divulgada esta sexta-feira de manhã, a Câmara de Montemor-o-Velho disse ainda que na zona de Lavariz para a Carapinheira há corte de estrada, assim como entre Tentúgal e o limite do concelho.
"A subida das águas está a provocar vários constrangimentos à circulação rodoviária no concelho de Montemor-o-Velho, em particular nas zonas mais baixas quer da margem esquerda, quer da direita do Mondego", é referido.
As escolas também estão esta sexta-feira encerradas neste concelho do distrito de Coimbra.
Lusa
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Situação em Coimbra, com risco de cheia centenária, esteve estável durante a noite
A situação em Coimbra, com risco de cheia centenária, esteve estável durante a noite, embora a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) tenha registado várias ocorrências relacionadas com a chuva e o vento forte na Região.
"As situações registadas em Coimbra não foram graves. Mantêm-se os alertas e a vigilância por causa dos caudais", disse, adiantando que as situações foram principalmente inundações, quedas de árvores e estruturas.
Por causa das condições meteorológicas adversas, 13 pessoas tiveram de ser deslocadas durante a noite nos concelhos de Sobral de Monte Agraço, no distrito de Lisboa, e Ponte de Lima, no distrito de Viana do Castelo.
Devido a um deslizamento de terras no lugar da Costa, na freguesia de Refoios do Lima, concelho de Ponte de Lima, três pessoas, que não sofreram quaisquer ferimentos, foram retiradas de casa.
"Estas pessoas foram para uma outra habitação que têm na freguesia", disse.
Já na localidade de Pé do Monte, no concelho de Sobral de Monte Agraço, no distrito de Lisboa, foram retiradas quatro pessoas devido a um deslizamento de terras, que não causou feridos.
Ainda no concelho de Sobral de Monte Agraço, outras seis pessoas tiveram também de ser retiradas em Casal da Barqueira devido a risco de inundação, tendo estas sido levadas para uma estrutura de turismo rural.
De acordo com José Costa, entre as 00h00 e as 07h00 foram registadas 92 ocorrências relacionadas com o mau tempo, a maioria na região Centro com 39 e Lisboa e Vale do Tejo 37.
"Entre as ocorrências mais relevantes, que não causaram vítimas, temos 33 quedas de árvores, 23 inundações, 14 quedas de estruturas e 13 movimentos de massa", indicou.
Lusa
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Rio Douro está estável e deverá encaixar hoje mais água
Esta sexta-feira será de "encaixe de água" no Douro, rio que tem mantido caudais estáveis com "episódios sem muito significado", mas a exigir "máxima atenção pelo menos até domingo", disse o comandante adjunto da capitania do Douro.
Num ponto de situação feito cerca das 07h45, Pedro Cervaens descreveu uma noite tranquila tanto nas margens do Porto e de Vila Nova de Gaia, como no Peso da Régua, no distrito de Vila Real, e apontou que "a menor quantidade de água servirá para algum encaixe durante o dia de hoje".
"Foi uma noite tranquila com caldais baixos. A cota do rio apenas foi até aos 4,5 metros [no Porto]. Mesmo na Albufeira do Carrapatelo, na cidade do Peso da Régua, a cota andou abaixo dos 8 metros, portanto, com bastante menos água do que ontem [quinta-feira]. Esta menor quantidade de água servirá para algum encaixe para o dia de hoje. A chuva que vai cair durante o dia de hoje, quer em Portugal, quer em Espanha, vai transportar alguma água para o rio e a perspetiva é que os caudais fiquem altos", referiu o comandante adjunto da capitania do Douro.
Alertando que "a água não escoa de repente", Pedro Cervaens falou em "atenção máxima até domingo".
"Havendo previsões mais favoráveis para a próxima semana, acredito que, gradualmente, as medidas venham a ser mais flexibilizadas, mas neste momento não", disse.
O rio Douro permanece em alerta vermelho para risco de cheias e o Plano Distrital de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto está ativo até domingo.
Esta ativação decorreu da declaração de contingência decretada pelo Governo.
Lusa
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Cortado acesso à A1 em Vila Franca de Xira por risco de queda de placar
O acesso à A1 em Vila Franca de Xira, direção Norte, está cortado desde as 05h40 por causa do perigo de queda de um placar informativo, disse fonte da GNR ao CM.
A alternativa a este corte é o IC2 ou o acesso à A1 por Alhandra.
A mesma fonte acrescentou que o corte do trânsito foi decidido por precaução e, pelas 07h30, não havia ainda estimativa sobre o tempo que demorará para resolver a situação.
Lusa
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Dez pessoas retiradas por precaução em Sobral de Monte Agraço devido a deslizamentos de terra e inundação
Dez pessoas foram retiradas das suas casas por precaução durante a noite em Sobral de Monte Agraço, no distrito de Lisboa, devido a deslizamentos de terra e inundação, disse à agência Lusa fonte da proteção civil.
Fonte do Comando Sub-Regional do Oeste adiantou que quatro pessoas tiveram de deixar as suas habitações por precaução, na localidade de Pé do Monte, em Sobral de Monte Agraço, devido a um deslizamento de terras, que não causou feridos.
"Outras seis pessoas tiveram também de ser retiradas em Casal da Barqueira, também em Sobral de Monte Agraço, devido a risco de inundação, tendo estas sido levadas para uma estrutura de turismo rural", indicou.
Lusa
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Travesia fluvial entre Seixal e o Cais do Sodré está interrompida
A ligação fluvial da Transtejo entre as estações do Seixal e do Cais do Sodré está interrompida devido às más condições atmosféricas e de mar adversas, segundo informação da empresa atualizada esta sexta-feira, às 05h50.
A empresa informa que não é possível prever a retoma do serviço regular, entre Seixal, no distrito de Setúbal, e o Cais do Sodré em Lisboa.
Na quarta-feira, também o transporte regular de passageiros entre Porto Brandão (concelho de Almada e distrito de Setúbal) e Belém, em Lisboa, foi interrompido por tempo indeterminado por não existir acesso rodoviário à localidade, afetada por inundações.
Lusa
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Suspensos comboios de longo curso entre Porto e Lisboa devido ao agravamento do estado do tempo
Os comboios de longo curso na Linha ferroviária do Norte entre o Porto e Lisboa foram suspensos por razões de segurança devido ao agravamento do estado do tempo e sem previsão de retoma, segundo a CP.
Na quinta-feira, às 20h00, a CP tinha informado que previa retomar parcialmente esta sexta-feira oito comboios de longo curso, quatro por sentido, entre Porto e Lisboa, com recurso a material circulante diferente do habitual e a transbordo rodoviário entre Coimbra B e Pombal.
"Devido ao agravamento do estado do tempo, com risco de cheias na região de Coimbra, por razões de segurança, foram suspensos, sem previsão de retoma, os serviços de longo curso, na Linha do Norte, no eixo Porto-Lisboa", informou a CP pelas 23h30 na rede social Facebook.
Lusa
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