A automedicação é muitas vezes tida como sinal de autonomia, mas para muitos, não é escolha, é consequência. Os dados estão no relatório da Nova School of Business and Economics.
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Quando tudo falha, improvisamos e isso não pode ser o dia-a-dia de um sistema de saúde.
Quanto tempo pode um país viver em modo de espera antes de perceber que a espera, por si só, também é uma escolha política?
Em 2026, inovar não será apenas instalar ferramentas, mas garantir que reforçam, e nunca substituem, a relação de confiança entre médico e doente.
As lições de 2025 são inequívocas e exigem ação firme.
Valorizar os médicos é, acima de tudo, proteger a sociedade.
Sistemas de saúde frágeis custam vidas e ampliam desigualdades.
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